Huawei: entenda a polêmica envolvendo a fabricante chinesa e os Estados Unidos

Explicamos os motivos e como vai ficar o futuro da empresa após o decreto de Donald Trump

A semana tem sido uma montanha-russa de emoções para a Huawei. Após um decreto assinado por Donald Trump proibindo empresas estadunidenses de fazerem negócio com a fabricante chinesa, grandes players do mercado mobile "abandonaram o barco" da gigante asiática. 

20/05/2019 às 10:23
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GoogleQualcomm e até a britânica ARM já anunciaram que vão cortar relações comerciais com a Huawei por causa da presença da empresa na "lista negra" do governo dos Estados Unidos. Com isso, a dona dos smartphones P30 perdeu privilégios do sistema operacional Android e pode até ter que fazer mudanças nos seus processadores da linha Kirin. 

Para tranquilizar os consumidores, o Departamento de Comércio dos Estados Unidos iniciou uma "trégua" de 90 dias, permitindo que a Huawei e também as empresas que fazem negócios com a firma se preparem para o impacto causado pelo decreto.

Além de colocar o negócio da segunda maior fabricante de smartphones em jogo, a sanção dos Estados Unidos também é um claro movimento do país na guerra comercial contra a China, que se intensificou durante esse mês. 

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Agora em maio, o país de Donald Trump aumentou as taxas para produtos chineses, o que levou ao governo chinês a prometer elevações nas tarifas e também alterar acordos comerciais com os Estados Unidos. Recentemente, o presidente chinês, Xi Jingping, disse que "tempos difíceis" estão por vir, o que leva a crer no crescimento da rivalidade entre as duas potências mundiais.

No vídeo acima, nós explicamos todo o contexto que levou até a decisão dos Estados Unidos para banir a Huawei, a situação atual da empresa chinesa e quais são as opções da fabricante neste cenário de incertezas no mundo mobile.

Qual a sua opinião sobre a polêmica entre a Huawei e o governo dos Estados Unidos? Comente aí embaixo!