Mi Watch: tiramos da caixa o clone do Apple Watch e mostramos como configurá-lo!

Não é tão simples conectar a versão chinesa do vestível, veja como fazer

O Mi Watch é um relógio inteligente da Xiaomi que chega para ser o "Apple Watch dos Androids". A inspiração no modelo da Apple é bastante evidente, com praticamente todos os aspectos visuais semelhantes e muitas das interações e interfaces também mantendo um estilo semelhante.

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O relógio da Xiaomi tem várias especificações bem interessantes. O processador é o Snapdragon 3100, um SoC adaptado para as demanadas de baixíssimo consumo e aquecimento de um vestível. A tela tem um belo display AMOLED de 1,78 polegadas, enquanto a conectividade inclui WiFi, Bluetooth e também o LTE através de um eSIM.

Nosso modelo é a versão chinesa, sendo que a versão internacional ainda não está disponível. Isso traz alguns problemas: o primeiro é conectá-lo ao smartphone. Para tornar isso possível, você precisa de dois apps da loja chinesa, então o jeito é baixar um apk na internet, um procedimento que não recomendamos por aumentar sensivelmente a possibilidade de possuírem malwares no código.

Você precisa baixar:

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- O app Mi Watch
- O Google Watch OS app (não serve a versão da loja brasileira, precisa ser a versão chinesa também)

Recomendamos os consumidores esperarem pela versão ocidental, porém já conseguimos ter "um gostinho" e antecipar nossas impressões usando essa versão para nossos testes aqui no Mundo Conectado.

Principais especificações:
- Tela de 1,78 polegadas AMOLED, 368 x 448, Corning Gorilla Glass
- Processador Qualcomm Snapdragon 3100
- 1GB de RAM, 8GB de armazenamento
- Suporte a eSIM
- Bateria de 570 mAh
- NFC
- GPS, sensor de batimentos, luminosidade, barômetro, bússola, acelerômetro, giroscópio, proximidade
- Materiais: liga de alumínio e pulseira de silicone
- Peso: 55 gramas

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Diego Kerber

Formado em Jornalismo pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Diego Kerber é aficionado por tecnologia desde os oito anos, quando ganhou seu primeiro computador, um 486 DX2. Fã de jogos, especialmente os de estratégia, Diego colabora com a Adrenaline na produção de notícias e artigos na coluna "Vida Digital".

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