Intel, Qualcomm e mais fabricantes apoiam fim do banimento da Huawei
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Intel, Qualcomm e mais fabricantes apoiam fim do banimento da Huawei

Empresas se reuniram com o governo dos Estados Unidos para discutir o assunto

As principais fabricantes de chips dos Estados Unidos entraram em contato com o governo do país e deram opiniões favoráveis ao fim do banimento que proíbe as companhias de fazer negócios com a Huawei. De acordo com a Reuters, a Intel, Qualcomm e Xilinx participaram de uma reunião com o Departamento de Comércio em maio e, sem fazer muito alarde, disseram preferir que a firma chinesa seja liberada do decreto, sancionado por Donald Trump no mês passado.

Segundo as fontes da Reuters, as empresas argumentaram que os produtos de consumo da Huawei, como smartphones e notebooks, utilizam os mesmos componentes presentes em dispositivos de outras fabricantes e não trazem o mesmo potencial de violação de segurança que a infraestrutura para 5G feita pela companhia. 

18/06/2019 às 18:41
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Além disso, a companhia gastou cerca de US$ 11 bilhões durante o ano passado comprando equipamentos de empresas dos Estados Unidos, como a Intel e Qualcomm, o que acaba tornando o banimento pesado para o bolso das fabricantes de semicondutores.

Uma das fontes que conversou com a Reuters disse que o movimento das empresas não se trata de uma simples defesa para a Huawei, mas sim uma medida preventiva para evitar que as companhias americanas sejam prejudicadas pelo banimento.

Da mesma forma que companhias como a Apple, a Huawei atua em diversos segmentos, mas se destaca principalmente no mercado de aparelhos móveis. Desde o ano passado, a companhia é a segunda maior fabricantes de smartphones do mundo e pretendia passar a Samsung até 2020. Após a confusão com o governo estadunidense, porém, essa meta foi atrasada.

A Qualcomm é uma das empresas que mais está interessada na "liberdade" da empresa chinesa, já que poderá continuar servindo a companhia com seus chips para smartphones, dispositivos vestíveis e também notebooks.

Atualmente, o banimento da Huawei está suspenso nos Estados Unidos até agosto, para que a companhia e o mercado se adaptem ao novo cenário sem deixar os clientes na mão. A firma chinesa já está se preparando para a nova realidade e deve lançar em breve seu próprio sistema operacional, que virá para substituir o Android em seus smartphones.

Fonte: Reuters
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