ARM também deve suspender negócios com a Huawei, afetando os chips Kirin
Créditos: Pplware - Sapo.pt

ARM também deve suspender negócios com a Huawei, afetando os chips Kirin

Apesar de ser uma empresa britânica, a firma também deve entrar na onda do decreto estadunidense

A Huawei deixou de fazer negócios com grandes empresas norte-americanas como Google e Qualcomm por causa de uma sanção dos Estados Unidos, o que colocou o negócio da companhia em risco. Agora, mais um duro golpe chegou, desta vez vindo da Europa: a companhia britânica ARM, que fornece tecnologia para processadores, também vai cortar relações com a firma chinesa.

De acordo com a BBC, a ARM enviou um memorando aos seus funcionários requisitando para cessar todos os contratos e atividades em andamento com a Huawei e suas subsidiárias por causa do decreto dos Estados Unidos.

20/05/2019 às 10:23
Notícia

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Na semana passada, o país governado por Donald Trump adicionou a fabricante chinesa em sua "lista negra" de negócios, proibindo as empresas estadunidenses de fazer negócio com a gigante chinesa.

No documento enviado aos seus colaboradores, a ARM diz que seus produtos contém tecnologia originária dos Estados Unidos e, por causa disso, a companhia também estaria sujeita ao decreto que proíbe relações comerciais com a Huawei.

Risco para os chips Kirin

A notícia não é nada boa para a Huawei, já que o fim das relações comerciais com a ARM pode significar a queda do principal porto-seguro da empresa: os processadores Kirin, que permite à firma chinesa lançar smartphones sem usar tecnologia da Qualcomm.

O chip topo de linha atual da Huawei, o Kirin 980, utiliza núcleos feitos pela ARM, e possivelmente o próximo modelo da empresa também deveria adotar tecnologias da empresa. O suposto Kirin 985 era esperado para a segunda metade do ano, mas o lançamento da CPU pode acabar sofrendo atrasos por causa do decreto dos Estados Unidos.


Imagem: Digital Trends

Segundo uma fonte que falou com a BBC, a HiSilicon, divisão de semicondutores da Huawei, ainda pretende lançar o chip, mas o design terá que ser refeito do zero para garantir que o hardware não cause problemas de relações internacionais.

Atualmente, o decreto que bane negócios com a Huawei está suspenso até agosto para as firmas que mantém relações comerciais com a gigante chinesa consigam se adaptar à nova realidade. A fabricante asiática é líder em infraestrutura para redes como 5G e uma das maiores vendedoras de smartphones do mundo, o que faz o banimento afetar muitos consumidores.

Será que a Huawei vai conseguir dar a volta por cima e superar essas barreiras? Deixe sua opinião nos comentários!

Via: XDA Fonte: BBC
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