Sonda chinesa faz o 1º pouso da história no
Créditos: CNSA

Sonda chinesa faz o 1º pouso da história no "outro lado da Lua"

A confirmação aconteceu às 2h da manhã pela rede de TV estatal da China

 A sonda espacial chinesa Chang'e-4 realizou um pouso bem-sucedido no lado afastado da Lua às 0h26 (de Brasília) de hoje. É a primeira vez que isso acontece na história da exploração espacial.

Lançada no início de dezembro, a Chang'e-4 entrou em órbita lunar elíptica na manhã de domingo, dia 30, com os agentes chineses confirmando que as comunicações com o satélite de retransmissão Queqiao estavam acontecendo normalmente, segundo a Administração Nacional do Espaço da China (CNSA)

O horário do pouso foi divulgado não oficialmente no Weibo, rede social muito popular na China. À 1h00, a rede de televisão estatal chinesa CGTN tuitou sobre o pouso, para segundos depois apagar a mensagem. No noticiário das 2h00, a rede estatal confirmou o pouso bem-sucedido.

O administrador da NASA, Jim Bridenstine, foi ao Twitter celebrar o sucesso chinês. “Parabéns à equipe da Chang’e-4, da China, pelo que parece ser um pouso bem-sucedido no lado afastado da Lua. Esta é uma primeira vez para a humanidade e uma realização impressionante!”

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A arquitetura da espaçonave é a mesma da bem-sucedida Chang’e-3, que pousou com o jipe Yutu no lado próximo da Lua, em 2013. Além do jipe robótico, o módulo tem um radiotelescópio que fará observações no único lugar do Sistema Solar livre da interferência de rádio das transmissões artificiais na Terra, e um experimento biológico, que consiste em ver se sementes de plantas, batatas e ovos de bichos-de-seda podem prosperar na Lua.

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É, também, a primeira vez que algo do tipo é testado numa missão lunar.

Não há dúvida de que o projeto é, no mínimo, muito complexo. Os chineses tiveram de lançar, em maio, um satélite de comunicações para orbitar ao redor de um “ponto de equilíbrio” entre as gravidades terrestre e lunar que fica além da Lua, de onde ele poderia contatar tanto a Chang’e-4 no solo lunar quanto o controle da missão na China.

A missão chinesa pretende levantar informações como dados topográficos, composição mineral e a estrutura da superfície, além de medir a radiação de nêutrons e átomos neutros da região. Outro objetivo é estudar a geologia do outro lado da Lua, analisando o solo para descobrir se é possível cultivar vida vegetal por lá.

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A agência espacial chinesa também quer usar todos os dados coletados na tentativa de viabilizar a criação de uma base lunar fixa que permita explorações posteriores.

Via: Canaltech Fonte: Moon Daily, Folha de S.Paulo
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