Chuva de meteoros verdes é avistada na Nova Zelândia

Um espetáculo similar poderá ser observado com a chuva de meteoros Perseidas, que atingirá o pico no dia 13 de agosto

Chuva de meteoros verdes é avistada na Nova Zelândia
Créditos: Reprodução / Greg Price / sciencealert.com

No dia 7 de julho, quinta-feira, aconteceu um evento interessante na Nova Zelândia: um grande meteoro explodiu acima do mar, perto da capital local, Wellington. Cerca de duas semanas depois, dando continuidade, um meteorito foi observado acima de Canterbury, região no centro-leste da Ilha Sul. Os acontecimentos são interessantes, mas não inéditos, pois essas “bolas esverdeadas” não são incomuns naquela área, sendo registrados, em média, 4 (quatro) meteoritos que atingem o país anualmente.

29/07/2022 às 13:44
Notícia

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Os fenômenos brilhantes sinalizam a entrada de fragmentos de asteroides na atmosfera — e podem variar de detritos de poucos centímetros, chegando até um metro de diâmetro. Especialistas apontam que os eventos produzem o resultado visual (e a cor verde) por motivos químicos. Alguns pedaços de materiais espaciais contêm ferro e níquel, e atingem a atmosfera excedendo até 60 km por segundo.

Aura verde também aparece na chuva de meteoros Perseidas

O atrito libera rapidamente altas quantidades de calor, e os materiais mencionados são vaporizados, irradiando o efeito esverdeado. Essa aura verde está presente na chuva de meteoros Perseidas, que acontece anualmente. Neste ano, o seu pico será no dia 13 de agosto no hemisfério sul. A velocidade será similar: 60 km por segundo. As chamadas “Perseidas” nada mais são do que pedaços da poeira do cometa Swift-Tuttle. Um rastro brilhante e verde é observado, principalmente no início do procedimento.

Apesar do efeito visual ser similar ao encontrado na aurora boreal, os motivos são diferentes. O famoso brilho da aurora é criado pelos íons de oxigênio na atmosfera superior, e são originados pelas colisões das partículas expelidas pelo sol e as moléculas de oxigênio. Os íons são recombinados com os elétrons, resultado em átomos de oxigênio. O restante de energia gerada por este processo cria a iluminação característica, uma marca registrada das auroras. 

(Aurora Austral observada pela Estação Espacial Internacional / Créditos: Wikimedia Commons, CC BY-ND)

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Fonte: super.abril.com.br, sciencealert.com

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