Pela primeira vez na história, Facebook tem queda nas receitas

Apesar do aumento de usuários, a alta nas despesas e queda na demanda por anúncios pesou e o lucro foi de US$ 6,69 bilhões, resultado abaixo de 2021

Pela primeira vez na história, Facebook tem queda nas receitas
Créditos: Dima Solomin/Unsplash

O ano não tem sido muito bom para Mark Zuckerberg e sua companhia. Dona do Facebook, Instagram e WhatsApp, a Meta registrou queda de 1% na receita, em balanço financeiro referentes ao segundo trimestre de 2022. Com os dados anunciados na última quarta-feira (27), a companhia confirma um marco inédito - é a primeira vez que ela registra uma queda na história.

26/07/2022 às 14:30
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Segundo os dados, a receita da Meta foi de US$ 28,8 bilhões. Entretanto, no mesmo período em 2021 a receita foi de US$ 29 bilhões. De acordo com a consultoria Refinitiv, a receita esperada para o período era de US$ 28,9 bilhões. Já o lucro líquido da companhia no trimestre registrou queda de 36% na comparação anual, caindo para US$ 6,6 bilhões.

O número de usuários ativos diariamente no Facebook (DAUs, na sigla em inglês) alcançou média de 1,97 bilhão de pessoas no segundo trimestre, alta de 3%, enquanto os usuários ativos mensalmente (MAUs, na sigla em inglês) do Facebook cresceram 1%, para 2,93 bilhões.

Foi bom ver uma trajetória positiva em nossas tendências de engajamento neste trimestre provenientes de produtos como Reels e nossos investimentos em IA”, afirmou Mark Zuckerberg, fundador e CEO da Meta. “Estamos aumentando a energia colocando mais foco em nossas principais prioridades da empresa, que abrem oportunidades de curto e longo prazo para a Meta e para as pessoas e empresas que usam nossos serviços”.

De saída da empresa, a executiva Sheryl Sandberg, conhecida como o braço direito de Zuckerberg, alertou para o cenário desafiador global: “Esses continuam sendo tempos turbulentos para a economia global”, declarou no último balanço como diretora de operações da empresa. “Muitos dos fatores macro que afetam nossa receita são continuações de coisas que vimos nos trimestres anteriores, como o impacto contínuo da guerra na Ucrânia e a volta do comércio eletrônico após o pico da pandemia. Mas também há novos desafios com o aumento da inflação e a incerteza em torno de uma recessão iminente".

As ações da Meta registravam há pouco queda de 1,29% no pós-mercado da Nasdaq, a US$ 167,40. Os papéis haviam avançado 6,55% no pregão regular, para US$ 169,58.

Fonte: Valor, Estadão

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