42% dos pais brasileiros permitem que filhos acessem internet sem supervisão, diz estudo

Além de riscos para crianças, uso da internet sem supervisão pode trazer riscos aos pais

42% dos pais brasileiros permitem que filhos acessem internet sem supervisão, diz estudo
Créditos: The Digital Way / Pixabay

Uma nova pesquisa da NortonLifeLock, empresa multinacional do segmento de cibersegurança, revela o nível de confiança de pais que permitem que seus filhos, menores de 18 anos, acessem seus dispositivos inteligentes. De acordo com o estudo, 42% dos brasileiros dizem que confiam em seus filhos para navegar na Internet sem monitoramento. Porém, quase três quartos dos pais entrevistados (74%) relatam que seus filhos já participaram de atividades online perigosas sem permissão. 

19/07/2022 às 14:50
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Pais acham difícil manter crianças seguras na rede

A pesquisa, que contou com o relato de mais de mil brasileiros com mais de 18 anos, descobriu que 78% dos adultos acreditam que as crianças são minimamente propensas a fornecer informações pessoais de seus familiares on-line — o que coloca os parentes em risco de sofrerem um cibercrime. 33% dos entrevistados dizem que seus filhos já usaram o dispositivo dos pais e clicaram em um link suspeito, 43% entraram em contato com alguém sem querer, 18% acessaram conteúdos adultos ou impróprios para a idade e 17% fizeram uma compra não autorizada.

As táticas de cibercriminosos e pessoas mal-intencionadas na internet estão se tornando cada vez mais sofisticadas, e, por isso, 82% dos brasileiros acreditam que é difícil para os pais manterem as crianças seguras quando estão online, enquanto 93% concordam que agora é mais importante do que nunca conversar com os filhos sobre segurança cibernética. Em 2021, o Instagram estudou a possibilidade de criar uma versão da rede social para menores de 18 anos. A medida não resolveria os riscos que existem em manter crianças e menores de 18 anos nas redes, nem mesmo supriria a necessidade dos pais de monitorar e conversas com seus filhos sobre o uso das redes sociais e navegação na internet.

“Grande parte das vidas das crianças é realizada no ambiente online, e, como mãe de uma filha pequena, muitas vezes me preocupo com a sua segurança nessas situações”, diz Alexa Matteri, diretora da América Latina da NortonLifeLock. “Embora não haja uma solução infalível, ter conversas frequentes com seus filhos sobre segurança cibernética, usar um gerenciador de senhas para armazenar senhas complexas com segurança e ser inerentemente cético sobre qualquer coisa que você encontre online são etapas que todas as famílias podem seguir para viver suas vidas digitais com segurança”.

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