Celulares e Wi-Fi induzem doença de Alzheimer de acordo com cientistas
Créditos: Pixabay/Reprodução

Celulares e Wi-Fi induzem doença de Alzheimer de acordo com cientistas

Estudo aponta que o uso excessivo dessas tecnologias pode causar precocemente a doença

A exposição excessiva à radiação Wi-Fi e a utilização exacerbada de smartphones podem ter relação com o desenvolvimento da doença de Alzheimer, segundo estudos.

De acordo com especialistas, a doença de Alzheimer é causada pelo acúmulo de cálcio no cérebro, e os campos eletromagnéticos (CEM) gerados pelos aparelhos celulares e o Wi-Fi podem contribuir para que esse acúmulo ocorra.

04/05/2022 às 11:30
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Estudo sobre campos eletromagnéticos

Os estudos, que são liderados por Martin Pall, professor emérito de Bioquímica e Ciências Médicas Básicas da Washington State University, apontam que o excesso de cálcio afeta os neurônios, que é uma das origens aceitas por pesquisadores da área para a origem do Alzheimer, e o uso constante e cada vez mais cedo, afeta precocemente jovens com a doença.

Em seu artigo, Pall relata que realizou testes com animais, que foram expostos a pulsos eletromagnéticos de baixa intensidade, de smartphones e Wi-Fi, e que eles desenvolveram a doença de Alzheimer.

Esses testes foram realizados com ratos a partir do seu segundo mês de vida. Eles foram expostos diariamente a campos eletromagnéticos e desenvolveram a doença depois de 8 meses, o que equivale a 21 anos de idade de um ser humano.

Os campos eletromagnéticos agem através de picos elétricos que variam no tempo e forças magnéticas em uma escala de nanossegundos. Qualquer um desses pode produzir o pior pesadelo de qualquer pessoa: a doença de Alzheimer de início extremamente precoce", declarou Pall.

Mais estudos são necessários sobre como os campos eletromagnéticos podem causar esses efeitos de neurodegeneração de forma tão precoce na população. Outras doenças mais leves como dores de cabeça, insônia e irritação também podem estar ligadas à exposição excessiva ao CEM. Mas será que existe interesse por parte do mercado de tecnologia em ampliar esses estudos e combater esse possível mal à sociedade? Deixe abaixo nos comentários o que vocês acham sobre essa (assustadora) novidade.

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Fonte: Bentham Science
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Eddy Venino

Escreve sobre games, filmes, séries e tecnologia desde 2017. Já teve diversos projetos na área, entre sites especializados e podcast. Ama cultura POP e se der corda vai conversar sobre assunto por horas a fio, indo de Dragon Ball a literatura clássica. Idealizador do coletivo NOIZ; hoje tenta tornar o entretenimento um local mais receptivo para que todos possam curtir seu lado geek/nerd.

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