Apple toma medidas para depender menos de fábricas na China
Créditos: Laurenz Heymann/Unsplash

Apple toma medidas para depender menos de fábricas na China

Empresa expandirá sua linha de montagem para outros países

Nas últimas semanas, o governo chinês iniciou diversos lockdowns para conter surtos de Covid-19 no país. As restrições de locomoção afetaram diversas empresas que possuem suas linhas de produção na China, incluindo a Apple, que já não tem mais MacBook Pro no estoque. A enorme parte das fábricas (e fornecedores) da empresa ficam no outro lado do mundo. Mas isso mudará com o passar dos anos. 

20/04/2022 às 15:32
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Apple põe em prática plano de abrir fábricas em mais países

Na semana passada, a Apple anunciou que estava iniciando a fabricação de iPhones na Índia. Agora, segundo o analista Ming-Chi Kuo, a empresa de Cupertino dará um passo maior. A Maçãzinha expandirá não apenas os países onde suas fábricas estão instaladas, mas também as produções de protótipos de seus novos produtos. 

Apple planejava diversificar a cadeia de produção desde o início da pandemia de Covid-19, há 2 anos atrás. Entretanto, a ideia ficou apenas como um projeto, não chegando ao ponto de iniciar as ações necessárias para expandir as fábricas. Agora, segundo o que foi publicado por Kuo no seu Twitter, a Gigante de Cupertino decidiu por o plano em prática já que novos lockdowns na China estão afetando a montagem e estoque de seus produtos. 

Além da China e Índia, a Apple também possui linhas de montagem em Taiwan, Malásia, Tailândia, Coreia do Sul, Singapura, Filipinas, Vietnã e República Tcheca. Apesar do último ser um país europeu, é pouco provável que a empresa leve a produção de protótipos para a Europa. A maior parte dos fornecedores de hardwares que são usados nos iPhones, iPads e MacBooks são da Ásia. Manter a enorme maioria da montagem no continente é mais econômico, montar protótipos na República Tcheca teria custo desnecessário (e com mão de obra mais cara).

MacBook Pro em falta

Com os fechamentos das fábricas na China, o maior polo de fabricação de eletrônicos no mundo, é natural que as empresas tecnológicas sejam afetadas. De acordo com Ming-Chi Kuo, um dos mais célebres analistas sobre a Apple, os MacBooks Pro, linha de laptop highend da Gigante de Cupertino, estão demorando mais tempo para serem entregues aos consumidores. Segundo Kuo, o tempo de entrega dos modelos aumentou entre três e cinco semanas. O lockdown parece afetar mais a produção do MacBook Pro de 14 polegadas com chip M1 Max e 32 GB de memória RAM. Outras versões aparecem como "em estoque" nos site da Apple.

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Via: 9 to 5 Mac
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Felipe Freitas

Felipe Freitas é formado em jornalismo pela Universidade Federal de Santa Catarina. Mas, segundo quase todo mundo, tem cara de quem fez Sistemas. Começou nos jogos com o SNES do seu tio, nunca passou da parte da montanha em Legend of Legaia e adora jogos com histórias bem feitas. Não perde a chance de fazer uma Jojo Pose.

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