Venda de smartphones está em queda, mas a cada 4 modelos enviados 1 é da Samsung
Créditos: Imagem/ Divulgação Samsung

Venda de smartphones está em queda, mas a cada 4 modelos enviados 1 é da Samsung

Apple aparece como segunda colocada no ranking de participação de mercado da Canalys

Nesta terça-feira (19), a Canalys, empresa de análise sobre a indústria de tecnologia, divulgou os resultados do relatório de vendas globais de smartphones do primeiro trimestre de 2022. De maneira geral, o documento aponta para uma queda de 11% ano a ano nos envios de vendas mundiais, citando condições econômicas desfavoráveis com um dos responsáveis pela queda. 

16/04/2022 às 17:59
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A Samsung, no entanto, segue liderando o ranking de vendas mundiais. Em comparação com o primeiro trimestre do ano passado, a gigante sul-coreana até aumentou sua participação de mercado e, agora, tem 24% do total de participação, segundo o relatório da Canalys. Ou seja, praticamente, a cada quatro aparelhos enviados por venda ao redor do mundo, um é da Samsung

Depois da Samsung, a Apple aparece como a maior participante com 18%, seguido da Xiaomi com 13%, OPPO (incluindo aparelhos OnePlus) com 10%, Vivo com 8% e Outros, 27%

 

Caminhos para a liderança 

De acordo com Sanyam Chaurasia, analista da Canalys, a Samsung apostou na série A de seus smartphones para competir forte no segmento de intermediário de baixo custo, ao mesmo tempo que atualizou todo o seu catálogo para modelos 2022. 

A Apple foi outra que investiu em um segmento mais baixo de seus dispositivos com o iPhone SE de terceira geração, lançado em março, e que foi bem recebido pelo público que buscava um iPhone mais barato. Além disso, os modelos de iPhone 13 seguiram atraindo o público padrão da série. 

Ambiente de negócios instável provoca queda

Nicole Peng, vice-presidente de mobilidade da Canalys, afirma que o atual ambiente instável provocou a queda nas vendas mundiais. Além da tradicional demanda lenta neste período, a especialista aponta as incertezas provocadas pelo conflito entre Rússia e Ucrânia, bloqueios da China e a pandemia do coronavírus que, além de não ter se encerrado, teve um aumento do número de casos da doença em decorrência da variante Omicron. 

"A boa notícia é que a dolorosa escassez de componentes pode melhorar mais cedo do que o esperado, o que certamente ajudará a aliviar as pressões de custo", comenta Peng. 

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Via: canaltech Fonte: Canalys
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Andre Bassani

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