Telegram se une a outras redes e assina parceria com TSE para combate à desinformação
Créditos: Reprodução/ SomagNews

Telegram se une a outras redes e assina parceria com TSE para combate à desinformação

Twitter, TikTok, Facebook, WhatsApp, Google, Instagram, YouTube e Kwai já haviam assinado o acordo

O Telegram entrou para o programa do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) de combate à desinformação durante o processo eleitoral brasileiro. O acordo foi fechado na última sexta-feira (25). Representante do Telegram no Brasil, Alan Campos Elias Thomaz, se reuniu com membros do órgão na quinta-feira (24) para debater meios de colaborar.

"A finalidade da parceria é combater os conteúdos falsos relacionados à Justiça Eleitoral, ao sistema eletrônico de votação, ao processo eleitoral nas diferentes fases e aos atores nele envolvidos", disse o TSE em nota.

25/03/2022 às 15:50
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Participaram da reunião, que ocorreu por videoconferência, membros da Assessoria Especial de Enfrentamento à Desinformação (AEED), a secretária-geral da presidência da Corte, Christine Peter da Silva; a juíza auxiliar Flávia Viana, da Assessoria Consultiva (Assec); José Gilberto Scandiucci, da Assessoria de Assuntos Internacionais; e o juiz auxiliar da vice-presidência, Marcos Vargas.

O TSE mostrou ao Telegram o Programa de Enfrentamento à Desinformação, com o histórico de atuação do TSE contra as informações falsas sobre o processo eleitoral. Eles explicaram como funcionaria a parceria, incluindo os procedimentos para a formalização e a manutenção dos canais de contato. O termo de adesão foi encaminhado à plataforma por e-mail.

Por fim, a Corte informou que Alan Campos Elias Thomaz, informou que levará a proposta aos executivos da plataforma.

Em fevereiro, o TSE firmou um acordo com outras oito plataformas digitais: Twitter, TikTok, Facebook, WhatsApp, Google, Instagram, YouTube e Kwai.

Telegram vs TSE

A relação entre Telegram, Tribunal Superior Eleitoral e outros órgãos do governo brasileiro não foi muito boa no começo. Desde 2021, o representantes brasileiros tentavam entrar em contato com o aplicativo para melhorar o processo de segurança. Entretanto, sempre foram ignorados. 

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As coisas começaram a mudar quando o ministro Alexandre Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou na sexta-feira (18) que todas as plataformas digitais e provedores tomem medidas para bloquear o funcionamento do aplicativo russo no Brasil. Somente após isso, as respostas vieram.

O criador Pavel Durov e CEO do Telegram usou seu canal na plataforma para explicar os motivos da falta de resposta ao governo brasileiro e ainda pedir desculpas ao órgão do judiciário brasileiro. Em seguida, determinou o representante da plataforma no país e passou a realizar as exigências do governo brasileiro e ser liberado.

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Fonte: G1
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Cristino Melo

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