Slack começa a suspender contas na Rússia
Créditos: Divulgação/Slack

Slack começa a suspender contas na Rússia

Medida foi anunciada no início do mês e tem relação com sanções internacionais

Slack, popular serviço para comunicação interna de empresas, iniciou as suspensões de contas na Rússia. A saída do software do país foi anunciada no início de março, quando a Salesforce, empresa proprietária do Slack, publicou que encerraria as suas atividades na Rússia nos próximos dias devido às sanções internacionais contra a invasão na Ucrânia.

15/10/2020 às 18:46
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Empresas podem perder arquivos importantes

Slack é uma ferramenta muito útil para comunicação interna das empresas. Além de videochamadas e mensagens em texto, o programa permite que funcionários compartilhem entre si arquivos de trabalho. Com a suspensão das contas, arquivos enviados podem ficar inacessíveis para os usuários. Em diversos casos, empresas só possuem o Slack como ferramenta de gerenciamento de tarefas. O serviço também é muito popular em empresas de tecnologia pela sua facilidade em compartilhar linhas de código, melhorando a experiência na conversa entre programadores. E a Rússia é um país com diversas empresas do ramo tecnológico.

A suspensão das contas já era aguardada desde o início das sanções internacionais contra a Rússia. Após a invasão à Ucrânia, governos de diversos países, como os Estados Unidos, onde a Salesforces é sediada, emitiram sanções proibindo que empresas nacionais tenham contratos com empresas da Rússia.

Entenda a bloqueio do Twitter e Facebook na Rússia

Desde as primeiras sanções de governos estrangeiros e de empresas, o Roskomnadzor iniciou um processo de restringir o acesso às redes sociais e veículos de comunicação estrangeira no país. Essa primeira etapa teve relatos de usuários do Facebook e Twitter no país serem restringidos de acessar as redes sociais. O órgão governamental também acusou o Facebook de censura.

Redes sociais, como o Facebook, Twitter e YouTube, bloquearam mídias estatais russas, como o RT e Sputnik, para combater a narrativa falsa de "operação especial" que o governo russo estava realizando para "desnazificar" a Ucrânia e combater o genocídio de russos no país vizinho. Os veículos de propriedade do governo estão servindo como propaganda para o regime Putin. A ação do Roskomnadzor visa manter a narrativa do Kremlin sobre a invasão à Ucrânia.

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Fonte: Engadget
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Felipe Freitas

Felipe Freitas é formado em jornalismo pela Universidade Federal de Santa Catarina. Mas, segundo quase todo mundo, tem cara de quem fez Sistemas. Começou nos jogos com o SNES do seu tio, nunca passou da parte da montanha em Legend of Legaia e adora jogos com histórias bem feitas. Não perde a chance de fazer uma Jojo Pose.

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