Facebook, Google, Twitter e Mercado Livre divulgam carta aberta contrária ao Projeto de Lei das Fake News
Créditos: Reprodução | jornaltornado

Facebook, Google, Twitter e Mercado Livre divulgam carta aberta contrária ao Projeto de Lei das Fake News

Confira o posicionamento dessas empresas sobre os possíveis impactos desse projeto

Em carta conjunta, representantes do Facebook, Instagram, Mercado Livre, Twitter e Google explicam alguns problemas que podem ser criados com a PL 2630/2020, também conhecida como "PL das Fake News". Com o amadurecimento da internet, como uma plataforma que viabiliza e expande o alcance de comunicação em todos os cantos do mundo, junto com essa evolução veio também um grande problema: como filtrar as notícias verdadeiras e falsas?

Não só no Brasil, mas também presente nos Estados Unidos e em praticamente todos os grandes países, os perigos que as notícias falsas representam são diversos - como disseminar mentiras que podem até mesmo ser um risco para a saúde pública.

Projeto seria uma ameaça à internet livre e democrática

De acordo com essas empresas, o projeto, como está estruturado atualmente, "representa uma ameaça para a internet livre, democrática e aberta". Entre os principais pontos abordados no projeto de lei, temos a proibição dos disparos de mensagens em massa (algo muito comum em períodos eleitorais), e exige que as redes sociais remunerem sites jornalísticos.

A carta destaca ainda que, caso essas demandas sejam transformadas em leis, "irá restringir o acesso das pessoas a fontes diversas e plurais de informações; desestimular as plataformas a tomar medidas para manter um ambiente saudável online; e causar um impacto negativo em milhões de pequenos e médios negócios que buscam se conectar com seus consumidores por meio de anúncios e serviços digitais".

Para encerrar, concluíram:

O debate sobre as potenciais consequências negativas do PL 2630/2020 é importante e desafiador. Por isso, pedimos que essas preocupações sejam levadas em consideração antes da votação. Como temos feito desde que o PL foi apresentado em 2020, continuaremos trabalhando próximos dos parlamentares brasileiros em prol de uma proposta que beneficie a economia brasileira, a internet livre e aberta e, acima de tudo, todos que usam os meios digitais para empreender, se expressar, se informar e consumir.

 

Caso queira ler a carta na íntegra, acesse por meio deste link.

Anteriormente, associações de jornalismo e profissionais que trabalham para a imprensa se organizaram em um manifesto, em 2021, para pedir a remoção do artigo mencionado; contudo, ainda continua fazendo parte do projeto.

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Via: blog.twitter.com Fonte: jornaltornado
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Guilherme Pinheiro

Formado em jornalismo pela Universidade Municipal de São Caetano do Sul (USCS). Fã de videogames desde os 6 anos de idade, sendo o seu hobby preferido desde então.

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