Global Entry: Brasil adere ao programa que permite evitar filas da imigração em viagens aos EUA
Créditos: Global Entry/Reprodução

Global Entry: Brasil adere ao programa que permite evitar filas da imigração em viagens aos EUA

Interessado precisará se inscrever em plataforma, pagar uma taxa e ser aprovado pelas autoridades aduaneiras americanas

O governo federal acaba de informar que a partir desta segunda-feira (07), o Brasil fará parte do programa Global Entry. O programa é uma ação que acelera o processo de entrada nos Estados Unidos, evitando filas no setor de imigração. Para quem já precisou enfrentar alguma fila no setor de imigração, sabe que o processo além de demorado pode ser extenuante.

O Global Entry é um programa do serviço de Alfândega e Proteção de Fronteira dos EUA, que permite a entrada de viajantes, a partir de uma pré-aprovação, através de quiosques automáticos, para acelerar o processo de imigração. É importante ressaltar que a adesão ao programa não altera a necessidade de concessão do visto americano. De acordo com o governo, a entrada simplificada em solo americano "estimulará contatos empresariais, interação cooperativa e turismo, fortalecendo as relações entre os dois países".

Como Participar

Para se cadastrar e fazer parte do programa Global Entry, é preciso:

  • Realizar sua inscrição na plataforma do programa;
  • Criar uma conta TTP (Trusted Travelers Programs) independente da sua idade;
  • Após aprovação da conta TTP, é necessário pagar uma taxa de inscrição de US$ 100 (não reembolsável);
  • Depois você será instruído a marcar uma entrevista em um dos centros de inscrição cadastrados;
  • Para entrevista será necessário apresentar passaporte válido e demais documentos como carteira de identidade;
  • Aguardar a aprovação pela Autoridade de Aduanas dos EUA.

Brasil busca fazer parte do GE desde 2015

As negociações para entrada do Brasil no programa iniciaram, em 2015, durante o governo da ex-presidente Dilma Rousseff. Durante o ano de 2019, o Ministério das Relações Exteriores iniciou a fase de testes. Porém, somente em março de 2020, o governo federal publicou um decreto com as primeiras regras que precisariam ser adotadas para aprovação da adesão do Brasil ao programa.

É importante ressaltar que mesmo fazendo parte do programa, a aprovação do cadastro dos brasileiros cabe exclusivamente à Autoridade de Proteção de Fronteiras e Alfândega dos EUA, que possui total liberdade para negar a inscrição de qualquer brasileiro, independente do motivo.

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Fonte: G1
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Luiz Schmidt

Estudante de jornalismo na UFSC e Escritor. Amante de games, anime, manga e cultura japonesa. Autor do livro Histórias de Amor Talvez Estranhas.

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