Quase metade das crianças brasileiras de até 12 anos têm seu próprio celular
Créditos: Robo Wunderkind/Unsplash

Quase metade das crianças brasileiras de até 12 anos têm seu próprio celular

Pandemia e as aulas virtuais fizeram o número crescer 5% em 2021

27/10/2021 às 12:10
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Pedido poderá ser feito pela própria criança, ou pelos seus pais ou tutores legais

A geração milênio está cada vez mais conectada. Em uma pesquisa realizada no mês setembro mostra que famílias cujos pais têm smartphone, praticamente metade (49%) das crianças brasileiras de 0 a 12 anos têm um smartphone próprio. Este valor era de 44% em 2020. Segundo o estudo, realizado pela Mobile Time e Opinion Box, o aumento está relacionado a pandemia e o acesso a aulas online.

"O isolamento social e as aulas online durante a pandemia provocaram um aumento na proporção de crianças brasileiras que possuem smartphone próprio", afirma o estudo. "Vale destacar que 71% dos smartphones nas mãos dessas crianças têm um chip de operadora, ou seja, podem realizar ligações na rede telefônica e acessar a rede de Internet móvel", completa.

Outro dado importante é que mais da metade das crianças acima dos 7 anos já tem celular próprio. Inclusive a faixa de 7 a 9 anos teve o maior crescimento de 52% para 59%. Além disso, caiu de 72% para 65% a proporção de pais que estipulam um limite máximo de tempo de uso por dia do smartphone para os filhos.

Divulgação/Mobile Time

Motivos para comprar ou emprestar

A pesquisa também perguntou quais os motivos para as crianças terem um smartphone próprio ou pegar emprestado com os pais. 58% dos pais cujos filhos têm um smartphone próprio apontam os estudos como um dos motivos para a criança possuir o aparelho, seguido por entretenimento (57%) e comunicação com eles.

Já entre os pais que emprestam seus smartphones aos filhos, a principal razão é entreter a criança enquanto realizam outras tarefas, dizem 57% deles, enquanto 41% informam que emprestam o aparelho para que os filhos desenvolvam habilidades com tecnologia. E 41% o fazem para que as crianças possam falar com parentes e amigos.

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Por outro lado, os pais apontaram motivos para proibirem as crianças de usarem os dispositivos. O prejuízo ao desenvolvimento das crianças é a principal razão para não se permitir o acesso delas a um smartphone, apontam 66% dos pais cujos filhos não têm um dispositivo próprio e nem usam emprestado o seu. O risco de exposição a conteúdo inapropriado vem em segundo lugar (36%), seguido do risco à saúde (28%). E 21% dos pais dizem que não emprestam seu smartphone por medo que a criança o quebre.

A pesquisa Panorama Mobile Time/Opinion Box entrevistou 1.962 pais que possuem smartphone e que têm filhos de 0 a 12 anos, entre os dias 15 e 23 de setembro. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais. O relatório integral pode ser baixado aqui.

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Via: Mobile Time
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