Polícia Federal prende acusado de fraudes com operação de criptomoedas
Créditos: Rovena Rosa/Agência Brasil

Polícia Federal prende acusado de fraudes com operação de criptomoedas

Ação da Polícia Federal pertence a segunda fase da Operação Kryptos, que prendeu o Faraó das Bitcoins

A Polícia Federal prendeu ontem, dia 12 de outubro, mais um foragido da Operação Kryptos: Michael de Souza Magno. A ação, lançada há pouco mais de um mês, atuou para desmantelar um grupo por fraudes com criptomoedas. Eles são acusados da prática de pirâmide financeira, esquema em que não há lucro nos investimentos, mas nos aportes feitos pelos novos associados, organização criminosa e lavagem de dinheiro.

Polícia Federal faz maior apreensão de criptomoedas da história

Michael de Souza Magno, que não fazia parte da consultoria do infame "Faraó dos Bitcoins", responde por crimes contra o sistema financeiro nacional e organização criminosa. Ele foi localizado pela polícia em um carro de luxo, um Jaguar, na Rodovia Castelo Branco, próximo da cidade Araçariguama, vizinha de Barueri, São Paulo. Ele será encaminhado ao sistema prisional do Rio de Janeiro, onde ficará à disposição da Justiça. Magno também era conhecido como "corretor das celebridades" por causa de fotos com artistas, como Bruno Gagliasso, Nívea Stelmann e Lília Cabral.

Segundo a Receita Federal, o esquema era gerido a partir de uma empresa na Região dos Lagos, no Rio de Janeiro, que atuava como um fundo de investimentos. A companhia G.A.S. Consultoria, de propriedade de Gladson Acácio dos Santos — Faraó das Bitcoins — prometia, de acordo com as investigações, rendimentos fixos que não eram sustentáveis no mercado de risco das criptomoedas. Assim, os lucros eram, na verdade, repasses do dinheiro dos novos clientes, que dependia do fluxo de novos associados para continuar funcionando. O tradicional esquema de pirâmide, mas atualizado para as criptomoedas.

Operação Kryptos realizou maior apreensão de Bitcoins no Brasil

Deflagrada no dia 25 de agosto, a Operação apreendeu 519 bitcoins, o equivalente a 150 milhões de reais. A investigação da Polícia Federal prendeu Gladson Acácio dos Santos que era o operador do esquema de pirâmide através da sua empresa G.A.S. Consultoria. Segundo a PF, o Faraó das Bitcoins chegou a movimentar R$ 38 bilhões em seis anos. O Ministério Público Federal autorizou a venda dos bitcoins apreendidos.

Michael de Souza Magno não tem relação com o esquema do Faraó das Bitcoins. Segundo a PF, Magno era ligado ao casal Marcia Pinto dos Anjos e Tunay Pereira Lima, que também foram presos no dia 25 de agosto.

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Via: Metropoles Fonte: Agência Brasil
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Felipe Freitas

Felipe Freitas é formado em jornalismo pela Universidade Federal de Santa Catarina. Mas, segundo quase todo mundo, tem cara de quem fez Sistemas. Começou nos jogos com o SNES do seu tio, nunca passou da parte da montanha em Legend of Legaia e adora jogos com histórias bem feitas. Não perde a chance de fazer uma Jojo Pose.

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