Elon Musk: "Muitas pessoas provavelmente morrerão em missões para Marte"
Créditos: Forbes/Divulgação

Elon Musk: "Muitas pessoas provavelmente morrerão em missões para Marte"

Apesar do comentário, o fundador da SpaceX se mostra otimista com a ideia de colonizar Marte

Elon Musk, fundador da SpaceX, afirmou que "muitas pessoas provavelmente morrerão em missões para Marte", durante a corrida espacial para colonizar e explorar o planeta vermelho. O comentário aconteceu durante conversa com o Peter Diamandis, presidente da X Prize Foundation, que ocorreu em virtude do prêmio de US$ 100 milhões, doado por Musk ao XPRIZE, sobre mudança climática.

"Você pode morrer, será desconfortável e provavellmente não haverá boa comida", Musk afirmou. Segundo ele, as propagandas sobre a corrida até Marte devem especificar o quão difícil e tortuosa a viagem será, além das chances de morrer no local. "Sinceramente, muitas pessoas morrerão no começo". Porém, o bilionário também insistiu que a viagem será gloriosa e mesmo com inúmeros perigos, muitos voluntários decidiram colaborar.

A conversa publicada no canal do Youtube da XPRIZE tem mais de uma hora de duração. No vídeo, que pode ser conferido abaixo, Elon Musk se mostrou descontraído, rindo em alguns momentos, enquanto discutia as missões para Marte. Apesar de compreender as inevitáveis fatalidades que devem acontecer, ele se mostra entusiasmado com a possibilidade dos seres humanos colonizarem Marte.

Durante a última década, a SpaceX lançou mais de 100 foguetes ao espaço, no esforço para trazer turistas para a lua e Marte. Apesar de diversos experimentos terminarem em fracasso, outros demonstram os avanços consideráveis da SpaceX. Recentemente, os astronautas participantes da Missão Crew-2 chegaram à Estação Espacial Internacional (ISS). Lá eles se reuniram com os membros da missão Crew-1, totalizando 11 astronautas.

O objetivo dos últimos avanços da SpaceX, que estão sendo realizados em parceria com a NASA, é realizar experimentos científicos, incluindo um foco em chips de tecido, descritos como “pequenos modelos de órgãos humanos contendo vários tipos de células que se comportam da mesma forma no corpo”. A ideia é tentar encontrar novos meios de desenvolver medicamentos e vacinas no futuro.

Via: NY Post, Tecmundo
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Luiz Schmidt

Estudante de jornalismo na UFSC. Amante de games, anime, manga e cultura japonesa. Gosta de escrever histórias de horror nas horas livres e sonha em publicar um livro.

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