Cofundador da Neuralink diz que é possível criar um Parque dos Dinossauros
Créditos: Frontier/Universal

Cofundador da Neuralink diz que é possível criar um Parque dos Dinossauros

O colega de Elon Musk levantou uma discussão sobre genética no Twitter

A Neuralink é a empresa de Elon Musk que tem como objetivo conectar o cérebro humano com computadores, mas um dos cofundadores da empresa, Max Hodak, também está de olho em outro segmento cheio de ficção científica: a genética. Em uma série de publicações no Twitter, o executivo comentou sobre biodiversidade e falou na possibilidade da criação de um Parque dos Dinossauros.

A discussão começou com o executivo falando sobre ir além da conservação da biodiversidade e criar novas espécies de animais. "Por que parar aí?", questionou Hodak. "Por que nós não tentamos criar, propositalmente uma nova diversidade?"

O papo de futurologia continuou na rede social e, então, o cofundador da Neuralink comentou sobre a possível criação de um Parque dos Dinossauros. De acordo com o colega de Elon Musk, a humanidade já teria poderes para ressuscitar os répteis gigantes, que não seriam autênticas, mas novas espécies.

"Provavelmente poderíamos construir um Parque dos Dinossauros se quiséssemos", disse Max Hodak. "Não seriam dinossauros geneticamente autênticos, mas[emoji dando de ombros]. Talvez, com 15 anos de criação e engenharia obteremos novas espécies superexóticas.

Vale ressaltar que em nenhum momento o executivo menciona o nome da Neuralink nos tweets e, até o momento, a empresa não revelou projetos voltados para o segmento de genética. Apesar de ser uma ideia interessante, o processo de desextinção de espécies traz várias complicações para o ambiente, segundo explica o Futurism.

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Além de um Parque dos Dinossauros ser perigoso, como mostram os filmes, a criação de novas espécies pode desequilibrar ecossistemas. Como o Planeta Terra seguiu em frente sem dinossauros, recriar os répteis gigantes poderia trazer problemas para outros animais, já que mais predadores estariam presentes na natureza.

Enquanto trazer dinossauros para o mundo pode ser um assunto muito futurista para a Neuralink, a empresa já está trabalhando em formas de conectar o cérebro humano com máquinas.

Via: Futurism
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Mateus Mognon

Mateus Mognon é formado em Jornalismo pela Universidade Federal de Santa Catarina. Vencedor do prêmio SET Universitário na Categoria Reportagem Digital, atua nos sites do grupo Adrenaline desde 2014. Atualmente, colabora para os veículos com notícias, análises e artigos envolvendo tecnologia e games.

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