EUA pode adicionar mais medidas de restrição a exportações para a China
Créditos: David McNew/Reuters

EUA pode adicionar mais medidas de restrição a exportações para a China

O presidente dos EUA deseja fazer uma “intensa consulta e revisão” antes de suspender as tarifas atuais

De acordo com informações exclusivas concedidas à Agência Reuters na quarta-feira (10), o governo Biden pretende analisar novas restrições direcionadas a acordos de exportação de tecnologia sensível para a China. 

Além disso, antes de suspender as tarifas comerciais chinesas impostas pelo governo Trump, os EUA desejam realizar uma “intensa consulta e revisão” com os aliados. O cuidado, segundo o funcionário de alto cargo entrevistado pela Reuters, é para “não agir precipitadamente”.


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31/01/2021 às 13:50
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A fonte da agência de notícias afirma que a principal crítica de Biden a Trump em relação ao embate com a China não era ser duro com a China, e sim o fato de que o ex-presidente estava fazendo tudo sozinho, disputando até mesmo com os aliados. 

Inclusive, a respeito disso, os EUA procuram dar continuidade a algumas das políticas de Donald Trump. “Uma delas é garantir que não estamos fornecendo tecnologia altamente sensível que pode avançar as capacidades militares da China. Estaremos insistindo nisso”, disse o funcionário.

As informações são de que Biden pretende trabalhar em conjunto com os republicanos para aumentar o investimento público em setores de tecnologia cruciais para a vantagem econômica dos Estados Unidos o mais rápido possível.


Jonas Svidras/Unsplash/Reprodução

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Os setores de tecnologia citados incluem semicondutores, biotecnologia e inteligência artificial. Além de manter algumas das determinações de Trump, Biden irá analisar novas medidas de restrição a serem implementadas, se ele e os aliados julgarem ser o mais adequado a se fazer.

Na primeira conversa por telefone entre os presidente Joe Biden, dos EUA e Xi Jinping, da China, o líder estadunidense declarou que possui “preocupações fundamentais sobre as práticas econômicas coercitivas e injustas de Pequim, repressão em Hong Kong, abusos dos direitos humanos em Xinjiang e ações cada vez mais assertivas na região, inclusive em relação a Taiwan”.

Via: GizmoChina Fonte: Reuters
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Iraci Falavina

Estudante de Jornalismo da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Iraci é apaixonada por games,principalmente se tiverem uma boa história. Também se interessa por animes e cinema e não recusa uma boa xícara de chá. Editora-chefe do programa de jogos do curso, o Insira a Ficha.

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