Google Fit pode medir frequências cardíaca e respiratória com câmera do celular
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Google Fit pode medir frequências cardíaca e respiratória com câmera do celular

Recurso chega primeiramente em aparelhos da linha Pixel

A Google anunciou que, a partir do próximo mês, o aplicativo Google Fit permitirá que os usuários sejam capazes de medir as próprias frequências cardíaca e respiratória usando apenas a câmera do smartphone. Segundo a empresa, os recursos estarão disponíveis no app, num primeiro momento, apenas para telefones da linha Pixel, contudo, já há planos de expansão para mais dispositivos com sistema operacional Android.

18/01/2021 às 09:53
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Para medir a frequência respiratória, basta colocar a cabeça e a parte superior do tronco à vista da câmera frontal do telefone e respirar normalmente, em um local iluminado e com boa visibilidade. O aplicativo traz uma tela com todas as orientações, que instrui o usuário enquanto a leitura dos dados está em progresso. Já para medição da frequência cardíaca, basta colocar o dedo na lente traseira da câmera.

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Os resultados então são apresentados em um novo feed, que pode fazer comparativos com informações de outros períodos, permitindo monitorar “tendências ao longo do tempo, juntamente com outras informações de saúde e bem-estar.”

A empresa ressalta que, embora as medições não devam ser utilizadas como substitutas de diagnósticos profissionais, ou para avaliar condições médicas, elas podem ser muito úteis no monitoramento e acompanhamento dos sinais vitais. A companhia alega que os sensores integrados aos smartphones - como microfone, câmera e acelerômetro -, “cada vez mais poderosos e avanços na visão computacional”, permitem que o aplicativo seja capaz de identificar até mesmo as mudanças mais sutis para fazer as leituras.



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De acordo com a companhia, os recursos foram desenvolvidos para que funcionem sob as mais diversas condições do mundo real, e para o maior número possível de pessoas. “Por exemplo, uma vez que nosso algoritmo de frequência cardíaca depende da aproximação do fluxo sanguíneo e das mudanças de cor na ponta do dedo do usuário, ele deve levar em consideração fatores como iluminação, tom de pele, idade e muito mais para funcionar para todos”, explica.

O anúncio foi feito um pouco antes do evento virtual The Check Up, organizado pela empresa para detalhar seu trabalho de integração entre tecnologia e saúde. 

Via: WCCFTech Fonte: Google
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Gabriel Tagarro

Formado em jornalismo pela Universidade Castelo Branco, é apaixonado por games desde 1994, quando ganhou um Master System. Joga de tudo um pouco, seja no PC ou no console. Ama tecnologia e escreve com prazer sobre tudo que a envolve.

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