CEO da Huawei diz que medida restritiva dos EUA "estava tentando nos matar"
Créditos: Reprodução/Neowin

CEO da Huawei diz que medida restritiva dos EUA "estava tentando nos matar"

O executivo fala que a venda da submarca Honor foi um "golpe limpo" feito pela empresa

Leitura Rápida

  • O CEO da Huawei, Ren Zhengfei, fez uma declaração falando sobre a venda da submarca Honor
  • O executivo menciona que essa foi uma medida para continuar a produção, que será retomada em breve
  • Também disse que a medida restritiva dos Estados Unidos estava "tentando matar" a chinesa

Em comunicado, o CEO e fundador da HuaweiRen Zhengfei, falou sobre a venda da Honor. Ele afirmou que a produção será retomada normalmente, uma vez que não terá mais a restrição aplicada apenas a própria Huawei. Essa foi uma maneira que os executivos encontraram em manter a marca.

16/11/2020 às 22:37
Notícia

Oficial: Huawei vende a marca de smartphones Honor

A informação foi confirmada pela Agência Reuters, que também havia indicado os rumores iniciais

A Huawei vem enfrentando muitos problemas de produção desde que o governo dos Estados Unidos, liderado por Donald Trump, começou a emitir restrições. Várias medidas foram adotadas para manter a produção.

Uma delas foi anunciada em 17 de novembro. Uma de suas principais subsidiárias, a Honor, foi vendida para um consórcio de mais de 30 corporações, a fim de manter a sua produção. Recentemente, o CEO e fundador da Huawei emitiu um comunicado sobre a venda.

A Honor é a empresa que fabricava os dispositivos de entrada e intermediários. A Huawei ficou responsável apenas pelos seus modelos topo de linha, a fim de manter poucos modelos sob a sua demanda. Assim, a maior parte das opções podem continuar a ser fabricadas, uma vez que a restrição não atinge as corporações que agora são donas da então subsidiária da chinesa. 

A venda da submarca visa solucionar o problema de abastecimento. Por serem produtos de entrada e intermediários, suas vendas são muito maiores que os topo de linha. Isso se dá muito ao custo benefício dos produtos. Seria inviável manter a produção sem os mantimentos dos Estados Unidos.

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A declaração deixa evidente o descontentamento de Zhengfei com a situação. Ele não desconsidera a importância que seus parceiros comerciais dos Estados Unidos tem para a manutenção da marca. Também promete que a produção será retomada em breve.

Via: Neowin
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Ana Luiza Pedroso

Ana Luíza é técnica em informática formada pelo Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC) e graduanda de Jornalismo pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Compõe o quadro de estagiários do Adrenaline e Mundo Conectado desde 2018, publicando notícias. Aprende muito todos os dias sobre o universo de hardware, games e tecnologia.

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