Chuva de detritos do cometa Halley acontece nesta terça-feira (5); saiba como ver
Créditos: ANDRZEJ WOJCICKI/Getty Images

Chuva de detritos do cometa Halley acontece nesta terça-feira (5); saiba como ver

Você não precisa de nenhum equipamento especial, mas é necessário seguir algumas recomendações

O cometa Halley deixa inúmeros detritos por onde passa e alguns deles acabam entrando na atmosfera da Terra, gerando um espetáculo que vale a pena ser acompanhado. A chuva de detritos acontece na madrugada desta terça-feira (5), 1h46, ao leste. Ela pode ser acompanhada sem a ajuda de equipamentos especiais de observação, mas é mais indicado se afastar das grandes cidades, já que a iluminação delas prejudica a visualização.

Apesar de ser chamada de "chuva de meteoros", a quantidade que pode ser observada é de, aproximadamente, 35 meteoros por hora. Ainda assim, como não é um evento tão comum, a quantia deve ser levada em consideração e deve surpreender  principalmente quem nunca assistiu a um evento natural como este. Buscar lugares menos iluminados pode aumentar o número de detritos visíveis, alguns deles poderão ser observados até mesmo em regiões mais iluminadas, mas exigirão mais atenção.

Outra dica dada pelos astrônomos é observar o céu ao leste uma hora antes do sol nascer em sua cidade. Para fazer essa verificação, você pode utilizar o serviço de assistência de voz do Google, dizendo: "OK, Google, quando o sol vai nascer amanhã?". Outra ferramenta importante é a de bússola, que pode apontar corretamente a que lado está o leste.

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Usuários do iPhone podem utilizar o app "Bússula", já os de Android podem utilizar o "Apenas uma bússola" da PixelProse SARL. Esse último aplicativo também indica o horário do nascer e do pôr do sol, além da altitude e intensidade do campo magnético em que você se encontra.

O cometa Halley é visível apenas a cada 76 anos, ele já passou por aqui em 1986, é esperado novamente em 2061 (provavelmente faremos capturas de imagens mais impressionantes que da última vez). Conhecemos esse cometa ao menos desde 240 a.C., segundo registros, China, Babilônia e outros povos medievais comentaram seu surgimento centenas de anos atrás. Ainda assim, só fomos perceber que o cometa tinha uma periodicidade em 1705, quando o astrônomo inglês Edmond Halley estudou o corpo celeste.

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Neri Neto

O universo geek faz parte do dia a dia, da vida, deste jornalista. Formado pela Universidade Federal de Santa Catarina, Neri Neto é responsável por conteúdos diversos no Mundo Conectado. Ele adora tecnologia, cinema, games e descobriu ainda na infância que a linguagem dos vídeos seria perfeita para falar de tudo que ama. Neri também fala bastante em terceira pessoa, gosta de descontrair e está sempre nas redes sociais.

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