Laboratório paga US$ 4.500 para voluntários que forem infectados com Coronavírus
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Laboratório paga US$ 4.500 para voluntários que forem infectados com Coronavírus

Voluntários passarão por testes que ajudarão no desenvolvimento de tratamentos e vacinas

Com o surto de Coronavírus (COVID-19) causando preocupação no mundo todo, médicos e cientistas estão trabalhando para desenvolver tratamentos e vacinas mais eficazes. O vírus já matou mais de 4.600 pessoas e o número de infectados já passou de 120.000.

18/02/2020 às 12:00
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Agora o laboratório Queen Mary BioEnterprises Innovation Centre em Londres está procurando por 24 voluntários que serão injetados com o Coronavírus e participarão de testes clínicos no chamado FluCamp. Os voluntários interessados receberão até US$ 4.588.

Esta iniciativa da empresa Hvivo com foco em pesquisa e desenvolvimento para medicina tem como objetivo principal criar vacinas e tratamentos mais eficazes contra o vírus que continua se propagando no mundo todo.

Resultados ajudarão os pesquisadores a se focar nos tratamentos mais eficazes para acelerar seu desenvolvimento.

Os voluntários, que passarão por uma série de testes antes de serem selecionados, serão injetados com duas variantes mais fracas do vírus: 0C43 e 229E. Elas devem causar sintomas respiratórios leves. Após a detecção dos sintomas, os voluntários receberão as vacinas, que podem ser novas ou já existentes.

Os médicos examinarão as reações dos voluntários às vacinas e os resultados ajudarão os pesquisadores a se focar nos tratamentos mais eficazes para acelerar seu desenvolvimento. Além da desvantagem real de estar doente, os participantes dos testes clínicos devem ficar em quarentena por duas semanas, comer uma dieta restrita e evitar contato humano e exercícios.

Laboratório paga US$ 4.500 para voluntários que forem infectados com Coronavírus

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A empresa sediada no leste de Londres é apenas uma das 20 empresas que aderiram à corrida global para encontrar uma vacina que poderia estar pronta até o próximo inverno. "As empresas farmacêuticas podem ter uma ideia muito boa sobre o funcionamento das vacinas usando um grupo pequeno de pessoas", disse Andrew Catchpole, cientista-chefe da Hvivo.

Os testes começarão assim que a Hvivo receber a autorização da Agência Reguladora de Medicamentos e Produtos de Saúde do Reino Unido.

Fonte: New York Post
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Fabio Rosolen

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