Amazon remove um milhão de anúncios que usavam o coronavírus para superfaturar preços
Créditos: Amazon / Reprodução

Amazon remove um milhão de anúncios que usavam o coronavírus para superfaturar preços

Além de falsas informações, comerciantes se aproveitaram da alta demanda para lucrar

A Amazon americana impediu a comercialização de mais de 1 milhão de produtos nas últimas semanas que vendiam falsamente algum tipo de proteção contra o coronavírus ou até mesmo a cura.

De acordo com a agência de notícias Reuters, a empresa também encerrou “dezenas de milhares” de acordos com comerciantes que, segundo a companhia, subiram repentinamente os preços oferecidos aos clientes, se aproveitando da situação para aumentar seus lucros.

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Um representante da companhia afirmou que a Amazon não permitirá qualquer tipo de abuso relacionado à alta repentina de preços. Ele lembrou que uma das políticas da empresa exige que as informações dos produtos anunciados devem ser precisas. A varejista tem o direito de retirar do ar qualquer oferta que possa abalar a confiança de seus clientes, inclusive quando os preços "são significativamente mais altos do que os encontrados recentemente dentro ou fora da Amazon.”

O porta-voz da empresa não detalhou, no entanto, qual seria o critério da companhia para estabelecer um teto máximo de preço e considerar que o valor oferecido poderia ser considerado abusivo.

A maior varejista online do mundo tomou tal atitude após um exame minucioso das ofertas relacionadas à saúde em sua plataforma e segue monitorando as altas repentinas de preços, além das reclamações feitas por usuários.

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O coronavírus já causou quase 3.000 mortes em todo o mundo. Novas infecções identificadas em todo o planeta agora já superam as da China, onde a doença surgiu há dois meses. Nesta semana, o Brasil confirmou oficialmente o primeiro caso no país. O Ministério da Saúde informou que se trata de um homem de 61 anos, morador de São Paulo. O país tem atualmente 182 casos suspeitos em monitoramento.

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Recentemente, a Organização Mundial da Saúde (OMS) elevou para “muito alto” o risco de uma epidemia em nível global do Covid-19.


 

Via: Reuters
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Gabriel Tagarro

Formado em jornalismo pela Universidade Castelo Branco, é apaixonado por games desde 1994, quando ganhou um Master System. Joga de tudo um pouco, seja no PC ou no console. Ama tecnologia e escreve com prazer sobre tudo que a envolve.

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