Apple é processada por causa do sensor do Apple Watch usado para detectar fibrilação atrial
Créditos: Apple

Apple é processada por causa do sensor do Apple Watch usado para detectar fibrilação atrial

Empresa é acusada de violar a patente 7.020.514, que descreve como monitorar "ritmos irregulares de pulso".

O sensor do Apple Watch usado para detectar fibrilação atrial, um tipo comum de arritmia cardíaca, já provou ser algo muito útil. O problema é que a presença do sensor no relógio inteligente resultou em um novo processo contra a empresa onde ela é acusada de violação de patente.

De acordo com informações recentes, Dr. Joseph Wiesel Alega que o Apple Watch infringe sua patente relacionada a um método para detectar batimento cardíaco irregular.

O Apple Watch pode monitorar passivamente a frequência cardíaca do usuário e exibir notificações quando um batimento cardíaco irregular é detectado. Este é um sinal comum de fibrilação atrial e os modelos mais recentes do Apple Watch também suportam a capacidade de fazer um eletrocardiograma usando a Coroa Digital.

Em seu processo, Wiesel diz que sua patente marca os "passos pioneiros" no monitoramento para a detecção de fibrilação atrial. A patente 7.020.514 descreve como monitorar "ritmos irregulares de pulso" e foi concedida a Wiesel em março de 2006, descrita como um "método e aparelho para determinar a possível fibrilação atrial".

Wiesel, que atualmente leciona na NYU School of Medicine, em Nova York, também diz que entrou em contato com a Apple em setembro de 2017 pouco depois do lançamento do Apple Watch Series 3, mas a empresa não quis negociar com ele.

Apple é processada por causa do sensor do Apple Watch usado para detectar fibrilação atrial

Com este processo, Wiesel está pedindo ao tribunal para impedir a Apple de usar sua tecnologia de fibrilação atrial patenteada sem permissão e sem pagar royalties. 

Embora a patente não mencione especificamente um relógio, ela inclui menções a dispositivos ligados a "apêndices" especificadas como um dedo na patente, ou um "dispositivo de punho" no caso de um sensor de pressão arterial inflável, mas menciona a necessidade de haver um microprocessador de algum tipo mantendo o controle do tempo e interpretando as leituras que os sensores de fotopletismografia registram.

Fonte: AppleInsider, 9to5tomac
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Fabio Rosolen

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