Jornalista Jane Slater descobriu traição de ex-namorado por dispositivo da Fitbit
Créditos: Fitbit

Jornalista Jane Slater descobriu traição de ex-namorado por dispositivo da Fitbit

O dispositivo acusou aumento da atividade física do parceiro às 4 da manhã

A Fitbit é uma empresa de tecnologia  que fabrica diversos produtos tecnológicos voltados para atividade física, sendo que os carros-chefes da empresa são os relógios e pulseiras inteligentes que monitoram a atividade física do usuário, realiza o sincronismo dos dados com o app para Android e iOS, além de outros dispositivos da Fitbit.

É uma bela maneira de presentear seu parceiro comprando 2 dispositivos e sincronizá-los, para que ambos possam ter uma vida fitness juntos. Talvez essa fosse a impressão que Jane Slater, jornalista esportiva da NFL Network, teve quando recebeu o dispositivo de presente de um ex-namorado em 2014.

Jane Slater

Recentemente um comercial de fim de ano da Peloton, empresa conhecida por fabricar diversos aparelhos de atividade física, foi alvo de muita polêmica sendo acusado de sexista e ofensivo, por mostrar o marido presenteando a esposa com uma cara bicicleta ergométrica.

Em resposta ao anúncio, a jornalista Jane Slater tweetou que ela não ficou ofendida quando um ex-namorado a presenteou com uma pulseira da Fitbit, até o dispositivo revelar que ele a estava traindo.

O tweet da jornalista diz o seguinte: "Um ex-namorado uma vez me deu um Fitbit de Natal. Eu Amei. Nós sincronizamos, motivamos um ao outro...não odiei até ele estar desaparecido às quatro da manhã com seus níveis de atividade física aumentando no aplicativo. Gostaria que a história não fosse real".

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Ela fez questão de esclarecer que seu ex-namorado não era um adepto da atividade física durante a madrugada: "Alerta de spoiler: ele não estava matriculado numa aula da Orange Theory às 4 da manhã", ela continua no Twitter. Orange Theory é uma franquia de academias conhecida nos EUA.

Curiosamente, o Fitbit já havia oferecido a opção de rastrear a atividade sexual até que as coisas atingissem ao clímax em 2011. Foi quando dados sobre a atividade sexual de alguns usuários foram supostamente acessíveis publicamente na Internet, conforme relatado por Kashmir Hill para a Forbes. Isso causou constrangimento para uns, elogios para outros. Logo depois, a Fitbit anunciou que seus dispositivos estavam se abstendo de rastrear a atividade sexual.

Uma pesquisa realizada no site PubMed revela a falta de publicações científicas que relacionem os dados coletados das pulseiras inteligentes durante o ato sexual, e se tais medições são exclusivas do mesmas.

Pode ser que o tweet de Slater, que já foi retweetado 46 mil vezes, inspire diversas pessoas a 'confrontarem' informações coletadas do dispositivo de seus parceiros com horários, no mínimo, estranhos para um batimento cardíaco acelerado.

Fonte: sportingnews, forbes
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Jean Oliveira

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