Disney+ agora funciona no Linux

Disney+ agora funciona no Linux

O serviço de streaming foi lançado em novembro e chega ao Brasil nó no final de 2020

O Disney+ agora funciona normalmente em desktops Linux como Ubuntu e Fedora, não é necessária uma solução alternativa. O serviço de streaming foi lançado nos Estados Unidos, Canadá e em outras regiões em novembro e atingiu a marca de 10 milhões de assinantes em um dia. O problema é que muitos usuários do Linux em países onde o serviço estava disponível não podiam acessá-lo.

12/11/2019 às 08:32
Notícia

Disney+ é lançado nos Estados Unidos - Apps disponíveis para ...

Serviço chega ao Brasil só em novembro de 2020

Embora serviços rivais como Netflix e Amazon Prime funcionem sem problemas em navegadores como Google Chrome e Fire fox no Linux, o Disney+ não funcionava por causa das restrições relacionadas com a tecnologia de DRM.

A boa notícia é que com a atualização recente da tecnologia de DRM, os usuários do Linux agora podem assinar o serviço de streaming nos países sonde ele está disponível e assistir a suas séries e filmes preferidos em distribuições modernas como o Ubuntu sem precisar ter que recorrer a soluções alternativas como o acesso via Wine, o emulador de Windows para Linux.

Disney+ agora funciona no Linux

O Disney+ custa US$ 6,99 por mês ou US$ 69,99 por anos nos Estados Unidos e ele pode ser testado gratuitamente por até sete dias. Uma opção para quem quer o serviço incluindo também o ESPN+ e o Hulu (com anúncios) custa US$ 12,99 por mês.

O serviço de streaming atualmente tem aplicativos oficiais para Amazon FireTV e FireOS, iOS, Android/Chromecast, Roku, Xbox One, PlayStation 4, Smart TVs da KG com LG webOS e Smart TVs da Samsung. No Windows, macOS e Linux o serviço pode ser acessado a partir do navegador.

Para quem mora no Brasil, o Disney+ só será lançado oficialmente em novembro de 2020.

21/11/2019 às 10:50
Notícia

Disney+ e The Mandalorian geram crescimento na pirataria

Lançamento limitado do serviço fez muitas pessoas vestirem o tapa-olho para ver série exclusiva

O lançamento em um número limitado de regiões gerou um crescimento na pirataria. Os primeiros conteúdos pirateados apareceram logo após o serviço entrar no ar. Assim como outras plataformas de streaming, o Disney+ utiliza criptografia Widevine, que não é tão complicada de ser driblada, segundo informações do Torrent Freak.

O site aponta que a Disney está tentando combater os links de downloads de séries como The Mandalorian, mas a quantidade de servidores piratas é tão grande que a companhia não está conseguindo dar conta disso.

Fonte: OMG! Ubuntu!
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Fabio Rosolen

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