Amazon planeja implementar emoções na assistente Alexa
Créditos: Amazon

Amazon planeja implementar emoções na assistente Alexa

Ideia é fazer com que ela possa transmitir empolgação e desapontamento

A equipe de engenharia da Amazon anunciou que está trabalhando para permitir que a assistente virtual Alexa demonstre emoções. Eles buscam permitir que ela varie a intensidade de voz com base no que supostamente a assistente virtual estaria sentindo, incluindo coisas como empolgação e desapontamento.

27/06/2019 às 18:01
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Com isso, a ideia é fazer com que os usuários sintam mais empatia com a Alexa, além de se sentirem mais compreendidos por ela. Basicamente tenta-se adicionar uma camada de emoção e de sentimento para a interação com uma inteligência artificial — que hoje é algo neutro e frio.

De acordo com um porta-voz da Amazon, o feedback inicial dos clientes indica que a satisfação em geral com a experiência de voz aumenta em 30% quando a Alexa responde com emoções. Hoje, a funcionalidade está disponível para desenvolvedores nos Estados Unidos.

Também foram implementados estilos de resposta que são mais adequados para tipos específicos de conteúdo, como notícias e música. A ideia é fazer com que a voz da Alexa pareça com a de âncoras de telejornais quando ela lê notícias ou como locutoras de rádio quando fala sobre esportes.

"As emoções da Alexa usam a tecnologia Neural TTS (NTTS), a tecnologia de texto-para-fala da Amazon que permite um discurso mais natural. Por exemplo, a Alexa pode responder com um tom empolgado ou feliz quando um cliente responde uma pergunta corretamente ou vence um jogo. De maneira similar, você pode fazer com que a Alexa responda num tom empático ou desapontado quando um cliente pergunta sobre o seu time e ele perdeu".
Comunicado oficial da Amazon

Via: Tech Crunch Fonte: Amazon
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Carlos Felipe

Apaixonado por games desde os 6 anos de idade, quando ganhou um Playstation, época em que também se divertia com o Super Nintendo dos outros. Em 2005 migrou parao PC, e aí começou a se interessar por tecnologia também. Apesar disso, nunca conseguiu largar a preferência por jogos de corrida e de esporte, principalmente os de futebol. Estuda jornalismo na Universidade Federal de Santa Catarina.

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