TikTok nega ter banido usuária por publicar vídeos sobre campos de concentração na China
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TikTok nega ter banido usuária por publicar vídeos sobre campos de concentração na China

A muçulmana Feroza Aziz tem chamado a atenção com seus tutoriais de beleza políticos

O TikTok ficou bastante popular nos últimos tempos, e muitos vídeos virais andam saindo dali. Porém, algumas publicações andam causando certa polêmica na plataforma.

24/09/2019 às 13:06
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A muçulmana de 17 anos Feroza Aziz tem chamado a atenção dos usuários com seus tutoriais de maquiagem que tratam de assuntos políticos. Em uma de suas postagens, a menina dá dicas para alongar os cílios, e a situação começa a esquentar quando diz para as pessoas usarem seus telefones para procurar "campos de concentração muçulmanos na China". Nessa fala, ela faz referência aos quase 1 milhão de uigures que foram detidos em Xinjiang.

“Então, a primeira coisa que você precisa fazer é pegar o modelador de cílios, enrolar os cílios, obviamente, então você os largará e usará o telefone que está usando agora para pesquisar o que está acontecendo na China. Como eles estão recebendo campos de concentração, jogando muçulmanos inocente lá, [...]" - fala de Aziz em sua publicação. 

Depois do vídeo conquistar milhões de visualizações, o TikTok suspendeu a conta de Aziz. Os responsáveis pela plataforma afirmaram ao Business Insider que a suspensão foi em resposta a um vídeo sobre o terrorista Osama Bin Laden, e não por causa de seus vídeos condenando a China. 

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“O TikTok não modera o conteúdo devido a sensibilidades políticas. Nesse caso, a conta do usuário e o dispositivo associado foram banidos depois de postar um vídeo de Osama Bin Laden, o que é uma violação da política do TikTok de não promover terroristas." - Representante do TikTok para o Business Insider.

No entanto, é interessante ter conhecimento de que a empresa responsável pelo TikTok é propriedade da organização chinesa ByteDance. Segundo o Business Insider,  essa companhia já possui um histórico de trabalho conjunto com o governo para censurar o conteúdo online. Além disso, Aziz não seria a primeira ativista a postar conteúdo divulgando a conscientização sobre os uigures. 

Hoje, Feroza foi ao Twitter dizer que tentou contato com o TikTok na manhã do dia 26 para receber uma explicação e até aquele momento não tinha resposta. Duas horas mais tarde, ela fez uma atualização afirmando que seus vídeos  sobre o genocídio de Uigghur haviam sido retirados de sua conta.

Pouco tempo depois disso, seu perfil voltou a ficar ativo. Até o momento, não sabemos se a muçulmana de 17 anos teve uma resposta oficial, e a história parece não ter chegado a uma conclusão real. 

Via: Thenextweb Fonte: Business Insider
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