Carros autônomos são 25% melhores na tomada de decisão do que motoristas egoístas
Créditos: Engadget

Carros autônomos são 25% melhores na tomada de decisão do que motoristas egoístas

Novos sistemas classificam motoristas como egoístas ou generosos

Dirigir não é uma tarefa simples, requer atenção em diferentes pontos do trânsito e uma direção que, além de respeitosa aos sinais, esteja sempre contando com o erro dos companheiros de estrada. Para que a direção autônoma dos carros do futuro seja precisa e segura, pesquisadores do MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts) identificaram os tipos de motoristas presentes nas ruas, fazendo uma classificação de dois modos, generosos e egoístas.

Isso é importante porque a inteligência artificial costuma se basear em padrões, mas sabemos que o trânsito conta com situações adversas, sendo assim, como um veículo programado pode responder da melhor maneira possível a essas situações? A classificação é ponto chave, isso porque até existem reações programadas para os erros humanos, mas eles podem ser muito difíceis de serem evitados em um curto período de tempo. O que foi criado é uma maneira de o carro autônomo ficar de olho em cada veículo ao ser redor e identificar qual deles pode oferecer maior perigo de acordo com o modo como o motorista dirige, dessa forma é possível se preparar para o pior.

Carros com sistemas avançados de segurança
precisam melhorar muito, indica pesquisa

Isso basicamente define direção defensiva, algo tratado como fundamental e que é aprendido em cada autoescola desse país. O sistema aplicado nos carros utiliza embasamento de psicologia social para fazer a definição comportamental e ajudou, durante os testes realizados, os veículos autônomos a tomarem decisões 25% melhores do que anteriormente.

Imagem: AdobeImage/KslNewsRadio

O próximo passo desta pesquisa é aplicar o reconhecimento comportamental aos pedestres, ciclistas e outros sistemas robóticos para aumentar sua eficiência na segurança. Esse tipo de tecnologia é fundamental para evitar tragédias, vale lembrar o caso do carro autônomo Uber que acabou matando um pedestre por não ser capaz de identificar ações imprudentes de pessoas ao seu redor. De acordo com testes realizados neste ano, estamos precisando urgentemente que esse tipo de tecnologia seja melhorada.

Via: Engadget

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