Huawei pode receber extensão para continuar trabalhando com empresas dos EUA
Créditos: CNET

Huawei pode receber extensão para continuar trabalhando com empresas dos EUA

Prazo de 90 dias renovado anteriormente termina nesta segunda-feira

A guerra comercial entre EUA e China tem afetado setores da economia de diferentes maneiras, mas a famosa fabricante de smartphones chinesa Huawei tem sofrido empecilhos desde o momento em que empresas norte-americanas foram proibidas de fazer negócios com ela, por supostos "riscos contra a segurança nacional". Desde então a Huawei tem negociado extensões do prazo para que os negócios sejam rompidos e a mais recente prorrogação, de 90 dias, termina amanhã, dia 18 de novembro. Por isso, pode ser que sejam concedidas mais duas semanas de trégua, segundo afirmam rumores.

As informações vêm da Reuters, noticiadas também pelo GSMArena. Fontes que se dizem próximas ao assunto afirmam que a empresa chinesa vai ganhar mais esses 15 dias na segunda-feira mesmo, quando acabam os últimos três meses de extensão - que também já eram outra prorrogação.

Claro que a empresa chinesa não vai se contentar com apenas mais duas semanas. Enquanto essa prorrogação pode acontecer, a Huawei já está negociando uma extensão mais longa com as autoridades dos EUA, afirmam outros boatos. O acordo, no entanto, estaria empacado devido à burocracias regulatórias.

20/09/2019 às 08:54
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Enquanto a Huawei precisa negociar extensões de uma permissão para trabalhar com empresas dos EUA, críticos da decisão de banir a companhia ganham força em seus argumentos de que a medida foi comercial e não uma questão de segurança nacional. Afinal de contas, a fabricante chinesa tem conseguido trabalhar com empresas como Qualcomm e ARM, e ainda rodar Android em seus smartphones, mas está tendo dificuldade em conseguir licenças da Google para ter a Google Play em seus dispositivos mais recentes - justamente o que mais atrapalha a venda deles para o público ocidental.

Toda a polêmica, no entanto, pode acabar tornando a Huawei uma empresa mais independente e uma força ainda mais difícil de ser parada, conforme a companhia passou a investir em soluções próprias para não depender dos negócios com os EUA. Se a medida realmente foi protecionista do ponto de vista comercial, o tiro pode acabar saindo pela culatra.

Fonte: GSMArena
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João Gabriel Nogueira

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