Cientistas criam sensor de profundidade inspirado na visão de aranhas
Créditos: Thomas Shahan

Cientistas criam sensor de profundidade inspirado na visão de aranhas

Estudo ajudará na implementação de câmeras em micro-robôs e nanorobôs

Pesquisadores da Universidade de Harvard criaram um sensor de profundidade avançado utilizando a visão das aranhas como base. Segundo compartilhado pela instituição, os estudos podem ser pode ser utilizados para aprimorar dispositivos vestíveis, de realidade virtual/aumentada e até mesmo da nanotecnologia. A aranha têm uma visão complexa que combina a captura de seus diversos olhos para ter precisão no cálculo de profundidade, mesmo sendo pequena, algo que foi observado de perto pelos cientistas.

"A evolução produziu uma grande variedade de configurações ópticas e sistemas de visão que são adaptados a diferentes propósitos. O design óptico e a nanotecnologia estão finalmente nos permitindo explorar sensores artificiais de profundidade e outros sistemas de visão que são igualmente diversos e eficazes".
Zhujun Shi, Ph.D. coautor do artigo científico

A utilização de conceitos da biologia são constantemente utilizados em tecnologia, um exemplo é a crescente no número de lentes em smartphones, copiando o conceito base utilizado pelas aranhas para a captura de diferentes planos para a formação de uma única imagem de alta precisão. Sistemas que precisam identificar um ponto no espaço muitas vezes utilizam mais de um sensor ou ponto de leitura, o Face ID, por exemplo, usa milhares de pontos de laser para fazer o mapeamento facial.

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Quando não há uma grande limitação de espaço isso não é problema, mas para conseguir criar uma solução minúscula, no caso dos micro-robôs, é necessário estudar a fundo soluções diferentes. Os pesquisadores comentam ainda que a visão humana combina duas visões diferentes captadas por cada olho para formar uma única imagem, pixel por pixel é calculado, algo que é possível perceber com uma simples experiência: posicione um dedo a frente de seu rosto, abra e feche cada olho por vez e veja seu dedo mudar de posição.

No nosso caso, temos um cérebro grande o suficiente para processar tais informações, já as aranhas, por serem pequenas, precisam de toda a ajuda de cálculo possível. Para saber mais sobre os avanços científicos com lentes para microrobôs e nanorobôs, acesse o site da pesquisa.

Via: CNET Fonte: Harvard

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