Cientistas descobrem nova propriedade promissora do Grafeno
Créditos: Tweaktown

Cientistas descobrem nova propriedade promissora do Grafeno

Material é capaz de se comportar como um supercondutor

Cientistas descobriram uma nova propriedade do grafeno que permite utilizar o material como um supercondutor. O estudo é da Universidade do Estado de Ohio, nos Estados Unidos, e conta como o material com essa característica pode entregar mais eficiência energética abastecendo casas, indústrias e veículos.

O foco principal da pesquisa é o grafeno e conta que o material, que se organiza como uma folha plana de átomos de carbono, traz mais características que o permite se tornar um supercondutor do que era imaginado. Os pesquisadores também explicam que os supercondutores são metais que conduzem eletricidade sem resistência, sem perda de energia e com eficiência muito maior.

O trabalho foi publicado na revista científica Science Advances, e mostra que apesar de ser um metal condutor, como já se sabia, ele pode conduzir eletricidade com muito mais eficiência se uma segunda camada de grafeno for colocada por cima da primeira. De uma maneira curiosa, o trabalho relata que é necessário torcer a camada superior no que chamam de "ângulo mágico" para que seja obtida a propriedade de supercondutor. Sem uma segunda camada torcida no topo, ele se comporta como um condutor normal.

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Segundo o registro, tal ângulo mágico no início foi marcado de 1 até 1.2 graus, avançando nos estudos foi possível verificar que até 0.9 graus também era possível obter uma excelente resposta. Apesar disso, ainda não se sabe o real motivo de esse ângulo existir, mas isso não descarta em nada o potencial da pesquisa.

"A supercondutividade pode revolucionar muitas indústrias - linhas de transmissão elétrica, linhas de comunicação, transporte, trens (...) A supercondutividade no grafeno com a bicamada trançada nos ensinará sobre a supercondutividade a temperaturas muito mais altas, temperaturas que serão úteis para aplicações do mundo real. Esse será o foco dos [nossos] futuros trabalhos".
Emilio Codecido, coautor da pesquisa

O professor de física na Universidade do Estado de Ohio, principal autor da pesquisa, conta que isso abre possibilidades para novas pesquisas para vermos como o material funciona no mundo real, fora das condições de teste dos laboratórios. Por enquanto, o estudo de supercondutores precisa de condições controladas de temperatura, só é possível fazer os testes a temperaturas extremamente baixas.

Via: Tweaktown Fonte: Science Daily, Graphenea
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