Cientistas acham mais evidências de que dinossauros morreram por asteroide
Créditos: RONALDO SCHEMIDT/AFP/Getty Images

Cientistas acham mais evidências de que dinossauros morreram por asteroide

Pesquisadores estão estudando uma cratera no mar do golfo do México

Ao que tudo indica, os dinossauros foram mortos por um asteroide gigante que atingiu a Terra milhões de anos atrás. Cientistas da Universidade do Texas em Austin acharam uma grande evidência recentemente que ajuda a confirmar essa antiga teoria. Pesquisadores informaram o The Wall Street Journal, que acharam marcas de tsunamis em uma cratera estudada no mar no golfo do México. As primeiras 24 horas depois do impacto teriam sido marcadas por intensas tsunamis. 

Segundo os estudos, o asteroide que atingiu nosso planeta teve o impacto de dez bilhões de bombas atômicas da Segunda Guerra Mundial. De acordo com as atualizações sobre a pesquisa, foram liberados mais de 325 bilhões de toneladas de enxofre na atmosfera, o que teria causado o bloqueio do sol e originado o período de resfriamento global, responsável pela extinção em massa dos dinossauros.

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Dessa forma, os habitantes do planeta primeiro fritaram e depois congelaram, disse o pesquisador do Instituto de Geofísica da Universidade do Texas. Ele conta que o único jeito de haver uma extinção em massa como a que ocorreu é através de um efeito atmosférico.

Dessa forma, a teoria mais aceita até agora para o fim dos dinossauros é a de que um asteroide gigante atingiu o planeta. Ela foi reforçada em 1990 estudando a mesma cratera no México, considerada enorme, com 180km de diâmetro. Os estudos geológicos apontam que esse impacto aconteceu há cerca de 65 milhões de anos, data que coincide com a época da extinção dos dinossauros.

Ao passo que ainda lutamos para entender o que aconteceu aqui, também partimos para investigar o espaço. Recentemente, a Nasa tem divulgado seus planos de pisar novamente na Lua. A missão Artemis, como está sendo chamada, é dividida em três etapas, a primeira acontece em 2020 e deve levar uma cápsula não tripulada ao satélite.

A segunda acontece em 2022, quando a viagem será repetida com uma tripulação presente. Se as duas etapas derem certo, em 2024 a jornada será concluída. Para isso, a agência espacial norte-americana conta com um time bem preparado e com um novo super computador.

Via: CNET Fonte: WSJ, GreatLakesLedger

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