Conheça a história da Xiaomi! De startup a gigante dos smartphones baratos

Conheça a história da Xiaomi! De startup a gigante dos smartphones baratos

A empresa quer se consolidar com dispositivos de internet das coisas e já anunciou sua vinda ao Brasil

A Xiaomi conquistou milhões de fãs ao redor do mundo e é hoje uma das empresas chinesas de maior sucesso internacional. Aqui no Brasil seus smartphones ficaram muito conhecidos por trazer especificações de alto desempenho por um preço mais acessível, ainda que maioria seja importado da China em compras em sites de vendas online. A marca também conseguiu destaque emplacando dispositivos inteligentes, como pulseiras, purificadores de ar e até panelas elétricas com funções "smart".

Abaixo eu conto os principais acontecimentos na trajetória da empresa desde que foi fundada, contando sobre sua chegada no Brasil e também sua partida do país. Além disso, explico seu modelo de negócio e como ela conseguiu tanto espaço mundialmente. Vale a pena conferir a história dessa gigante da internet das coisas.


2010 - A empresa é fundada

 

Fundadores: Lei Jun, Liu De (um dos cofundadores)

O principal nome por trás da ideia do modelo de negócio da Xiaomi é Lei Jun, que chegou a ficar conhecido, principalmente no começo, como o Steve Jobs da Ásia.

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Oito anos atrás, tive uma ideia maluca. Eu queria usar o "internet thinking" para criar smartphones e melhorar a percepção de produtos feitos na China globalmente, para que todos no mundo pudessem desfrutar dos benefícios da tecnologia inovadora. Para ser honesto, quase ninguém acreditava nessa ideia maluca na época.
Lei Jun, cofundador

Ele se formou em ciências da computação em 1991, na muito bem conceituada faculdade chinesa Wuhan e começou a trabalhar na Kingsoft, uma empresa de softwares conhecida principalmente por seus programas semelhantes ao pacote Office da Microsoft. Poucos anos depois, em 1998, Lei Jun chegou ao cargo de CEO da empresa. Na virada de século, no ano 2000, criou a Joyo.com, loja online de livros, que fez muito sucesso e foi comprada pela Amazon por U$ 75 milhões.

Dali pra frente o chinês não parou de empreender. Em 2010 percebeu a crescente na popularização de smartphones e tomou frente na criação da Xiaomi. Com mais 7 sócios, em 6 de abril daquele ano (de 2010), Lei Jun fundava uma empresa que viria a se tornar a quarta maior fabricante de smartphones do mundo apenas 8 anos depois - um período relativamente curto para um mercado tão competitivo.

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Mas não foi à toa que ela conseguiu crescer, entre os fundadores, tinha gente com muita bagagem, pessoas que já tinham experiência com trabalhos na Google, Microsoft, Motorola e outras gigantes. Com isso, teve experiência e capital suficiente para empreender no mercado Chinês, que abre cerca de 10 mil novas empresas por dia, cerca de sete startups por minuto.

Ainda assim, faltava um diferencial, algo que a empresa demonstrou já nos seus primeiros anos de trabalho. E agora, abrindo parênteses para falar do nome da empresa, os fundadores revelaram em Julho de 2017, no blog oficial da empresa, o porquê de escolherem a palavra Xiaomi.  Em chinês, Xiaomi significa milhete. "O milhete, milho-miúdo, milho-alvo ou painço são denominações dadas a várias espécies cerealíferas produzidas em diversas partes do mundo para alimentação humana e animal."

Lei Jun ainda conta, nessa nota oficial, que um dia o pai de um dos fundadores fez mingau de milhete para a equipe e foi aí que eles tiveram a ideia do nome. "Milhete tem preço acessível, é nutritivo, e Xiaomi é um nome entusiasmante, ao mesmo tempo que é tranquilizador, familiar e fácil de se lembrar na China."

Já a palavra separada significa

Xiao = Pequeno
Mi = Arroz

E a própria empresa gosta de brincar com essa segunda palavra, Mi, chegando a atribuir como Mobile Internet e Missão Impossível.

Apesar do sucesso nas vendas, não foi vendendo smartphones que a Xiaomi começou, foi com a MIUI, uma skin feita com base no Android e que continua até hoje. Ela foi baseada no Android 2.2 Froyo e teve apenas cem usuários no início. Hoje são 190 milhões de usuários ativos com a interface, segundo Li Jun.


2011 - O primeiro smarpthone

Em maio de 2011, Lei Jun fez a primeira chamada com um smartphone feito pela Xiaomi. Uma ocasião que, segundo os fundadores, foi muito marcante para todos os envolvidos na empresa. O primeiro de muitos smartphones estava nascendo, o Xiaomi Mi 1, vendido pelo preço de 18 dólares na época, sem correção monetária para os dias de hoje.

O Xiaomi Mi 1, chegou com 1GB RAM, 1930mAh de bateria, um chip gráfico Adreno 220 com SoC Snapdragon S3. De dezembro de 2011 a junho de 2012, a companhia chinesa recebeu cerca de U$ 306 milhões de investidores que acreditavam no negócio.


2012 - A chegada do MI 2

Já em 2012, tivemos a chegada do Mi 2, smartphone com Snapdragon S4, 2GB de RAM, armazenamento de 32GB. Nesse ano a empresa começa a se diferenciar de outras marcas, mostrar que não é apenas uma fabricante de produtos baratos. Ela ganha espaço e confiança no mercado Chinês.

 


2013 - O brasileiro Hugo Barra

A empresa começa a explorar dispositivos da Internet das coisas, uma estratégia de mercado diferente das outras empresas de smartphones. A ideia é resumida por Lei Jun da seguinte forma: um consumidor muito provavelmente terá um smartphone, mas dezenas, talvez centenas de dispositivos inteligentes no futuro. Na época, a empresa ocupava o 14º lugar no ranking global em venda de smartphones, mas já chamava muita atenção internacionalmente.

Um brasileiro que trabalhava na Google foi chamado para ajudar a Xiaomi

Nesse ano, o The Verge publicou um relatório comentando a saída de Hugo Barra da Google. O brasileiro atuava como um dos líderes no desenvolvimento do Android e passou a ser vice-presidente da Xiaomi, ele ficou responsável pela expansão global da marca. Em julho de 2013 houve o nascimento da série Redmi, que se tornaria muito importante, chegando a virar uma submarca mais para frente.

Foi por essas datas que também vimos a criação do mascote Mitu, este coelhinho de Ushanka (toca russa).


2014 - Terceira em smartphones 

Em 2014, ela se tornou a terceira maior fabricante de smartphones do planeta, com valor estimado de U$46 milhões e mais de 61 milhões de smartphones vendidos. Na época a empresa já era uma gigante e tinha fama de ser a Apple da China. Em novembro de 2014, teve um dia que, em 24h, ela chegou a vender 1.16 milhão de smartphones.

E se isso já foi surpreendente para ela, no ano seguinte foi ainda mais, quando a empresa bateu o record de mais aparelhos vendidos em um website em um dia. Ela vendeu 2.112.010 smartphones.

No mesmo ano, sofreu fortes críticas e acusações de cópia da Apple vindas da própria Apple. O brasileiro Hugo Barra, na época vice-presidente da Xiaomi e também representante internacional, respondeu às acusações dizendo que os engenheiro se inspiram em designs de sucesso do mundo todo e pediu que fosse apontado algo totalmente original na época.

“Os nossos designers e os nossos engenheiros são inspirados por grandes produtos e por grandes projetos lá fora. E, francamente, quem é que no mundo de hoje não é? Aponte-me a um produto na nossa indústria, um produto novo que tenha saído e que tenha uma linguagem de design completamente original. Você não vai ser capaz de encontrar um. “
Hugo Barra, vice-presidente da Xiaomi

Se sentindo bastante ofendido, o chefe de Design da Apple, Jonathan Ive, respondeu dizendo que isso não era um elogio, mas um roubo e que ele via algo como preguiçoso. Hugo barra seguiu dizendo que era um grande fã da Apple, que a empresa sempre soube usar o tecnolgias que já existia e combinar em produtos finalizados, algo que a Xiaomi também passou a fazer.

Mi.com foi o endereço mais caro da história da China e foi comprado pela Xiaomi

Pensando em aumentar suas vendas online, base do seu negócio, a empresa comprou um abril de 2014 o domínio Mi.com por U$ 3.6 milhões. Esse foi o domínio mais caro já comprado na China. Um investimento semelhante, também foi feito em 2014, quando ela pagou U$ 1 bilhão de dólares para produzir conteúdo para smart TVs.

 

Nesse período, a marca chega em Singapura, Malásia, Filipinas e Índia. 


2015 - A  chegada no Brasil

Esse foi o ano em que a marca chinesa chegou no Brasil sendo apresentada por Hugo Barra. O principal lançamento aqui no Brasil foi o Redmi 2, por R$ 500, que veio pra competir com o Moto G e o Zenfone 5. Tela IPS, Snapdragon 410, 1GB de RAM e 8GB de armazenamento interno. Câmera de 8MP na traseira e uma de 2MP na frontal. Tudo isso com uma bateria de 2.265 mAh.

Análise: [Xiaomi Redmi 2] - Excelente preço, tela e design,
mas uma peformance que quase sabota o aparelho

Pouco tempo depois, chegou o Redmi 2 Pro, com praticamente as mesmas especificações, mas com 2GB de RAM. Também chegaram com esses smartphones, a Mi Band, por R$ 95 e a Mi Power Bank, por R$ 100.

Nesse ano a Xiaomi vendeu 70 milhões de dispositivos inteligentes, sendo a marca que mais vendeu na China pelo segundo ano consecutivo.


2016 - Queda nas vendas

As vendas caíram em 2016, levando a empresa do primeiro para o quinto lugar entre os fabricantes de smartphones da China. Lei Jun, chegou a declarar que o fato de a empresa ter crescido rápido demais teria sido um dos principais problemas na época. A diminuição nas vendas, com diversos outros problemas, também levaram a empresa a sair de países como Indonésia e Brasil.

O número de vendas aqui no Brasil ficaram bem abaixo do esperado, a Istoé Dinheiro apurou que foram vendidos aproximadamente 40 mil smartphones em 2015, até abril de 2016 os telefones vendidos não chegavam a 10 mil unidades enquanto a Asus já vendia cerca de 100 mil aparelhos por mês.

Outro problema foi a Xiaomi ter focado quase todos os seus esforços em vendas online, sobretudo na China, deixando o mercado presencial livre para as competidoras Oppo e Vivo. Para voltar a vender mais, foi feito um replanejamento de negócios, aumentando o foco em serviços oferecidos nas interfaces na TV e nos smartphones, além de uma nova postura de expansão mundial.

A Xiaomi adotou a estratégia de investir em startups e ampliar ainda mais seus serviços ligados à internet das coisas

Outro passo tomado foi o de investir em startups que conseguissem fabricar novos dispositivos conectados para levar consumidores para a loja. Em vez de ela mesmo fabricar alguns desses produtos inteligentes diversos, a Xiaomi fez investimentos em pequenas empresas de tecnologia, em troca, a companhia ofereceu todo apoio de cadeia de suprimentos, acesso aos profissionais da empresa e também uma participação de 10 a 20% no lucro desses produtos.

Foi assim que a Xiaomi conseguiu emplacar o purificador de ar mais utilizado na China. Após achar uma startup promissora com o gadget, ela fez o investimento e obteve lucro no lançamento do produto, além de conseguir espalhar mais o nome da marca. Com isso, ela conseguiu vender mais de 50 milhões de dispositivos inteligentes e conseguiu que quatro dessas startups crescessem até atingir valor de mercado de U$ 1 bilhão.

Assim também se fortaleceram as submarcas, tais como FIMI, Mijia, Viomi, ZMI e Huami, cada uma com sua especificidade.

 

A partir daí ficou claro como a Xiaomi consegue manter seus serviços operando, com foco não somente nos smartphones mas também nos serviços oferecidos em sua interface com aplicativos e venda de dispositivos de internet conectada. Algo que define bem é a fala do vice-presidente Wang Xiang, que já comandou os negócios da Qualcomm na China: 

"Comprar um smartphone ou uma Smart TV é algo que ocorre com pouca frequência. Quantas vezes você precisa voltar à loja? Mas e se você também precisar de um fone de alto-falante Bluetooth e uma panela de arroz inteligente, ou o purificador mais barato e popular da China e cada um desses produtos não só serem de excelente desempenho mas também com preços menores que outros em sua categoria? Nosso ecossistema até dá aos nosso consumidores alguns novos produtos que eles nem sabiam que existiam. Então eles continuam voltando para a loja para ver o que temos de novo."

Outro ponto alto e que ajudou a levantar a empresa aconteceu em outubro de 2016, ela lançou o Mi Mix, aparelho com 91% de aproveitamento de tela. Para ser feito, os engenheiros tiveram que remover os alto-falantes e fazer o som se propagasse pela tela. Foi um grande passo na corrida das empresas para lançarem smartphones sem bordas.

Análise: [Xiaomi Mi Mix 2] Tela quase sem
bordas e câmera quase sem fotos

Esse conjunto de ações da empresa criaram uma fan base muito forte na China e em outros lugares do mundo, como aqui no Brasil.


2017 - Adeus, Brasil!

A Xiaomi começou a remodelar seu negócio após as vendas não terem sido tão bem sucedidas na Índia e no Brasil. No segundo trimestre de 2017, reentrou no ranking das cinco maiores marcas mundiais de smartphones por exportação.

 

Hugo Barra, se afasta da empresa alegando estar preocupado com a saúde e ter interesse em um grande projeto. Mais tarde, é revelado por Mark Zuckerberg que o brasileiro seria o líder no desenvolvimento de todas as soluções em realidade virtual do Facebook, incluindo os projetos envolvendo o Oculus.

Nessa época, todos os serviços da empresa aqui no Brasil se deram por encerrados, nenhuma empresa mais tinha estoque dos aparelhos e começou a ficar difícil achar suporte técnico.


2018 - Lucro é no máximo 5% 

Xiaomi anuncia que vai limitar seus lucros com hardwares em 5%. Isso significa que mesmo que a empresa cresça mais e aumente seus lucros, ela vai continuar faturando a mesma quantia com a venda direta de seus smartphones. A ideia é ter uma política mais agressiva de preços, fazer com que os smartphones da empresa cheguem no máximo de pessoas possíveis e a marca consiga se expandir. Isso reforça ainda mais o modelo de negócio dela e mostra como o foco está também na venda de serviços pós-venda.

21/03/2019 às 19:00
Análise

Análise do Pocophone F1: Excelente performance num aparelho s...

Smartphone é uma ótima pedida para quem procura um aparelho confiável sem muitas firulas

 

Com isso a empresa chegou a aumentar o número de anúncios na interface da MIUI, o que deixou algumas pessoas irritadas. Em nota, ela disse que a publicidade foi e continuará sendo parte dos serviços de Internet da Xiaomi, um componente chave do modelo de negócios da empresa, mas que permite o desligamento desses anúncios e também escolher onde podem aparecer.

Para competir com outras chinesas, a marca Pocophone foi criada, com foco em aparelhos rápidos e eficientes. O primeiro lançamento da linha foi o Pocophone F1 [veja análise aqui], na época o celular mais barato (U$300) a vir com o processador mais rápido da Qualcomm, o Snapdragon 845. Além dessa submarca, também vimos o primeiro smartphone gamer da Xiaomi, o Black Shark [veja análise aqui], que recebeu uma segunda versão, o Black Shark 2 anunciado oficialmente em 2019.


2019 - Redmi vira submarca

Em janeiro de 2019, a Xiaomi anunciou que a linha Redmi se tornaria uma submarca, focando em aparelhos com MIUI de baixo custo. Fora os smartphones, nesse ano, devemos acompanhar diversos lançamentos da marca também de dispositivos inteligentes e quem sabe uma participação maior no mercado de internet das coisas. Ela mesmo chegou a anunciar, no fim do ano passado, que está criando parcerias para entrar no mercado de casas conectadas.

Também vimos a chegada do Xiaomi Mi 9, smartphone com um design bonito, excelente câmera para vídeos, sendo que foi o primeiro da empresa a vir com três câmeras. Estamos esperando ele aqui na redação para começar nossos testes, mas enquanto ele não chega, confira nosso primeiro vídeo falando sobre o aparelho logo abaixo.

Retorno ao Brasil - Em março de 2019, no perfil oficial @MiBrasil no Twitter, vimos uma mensagem que confirmou o retorno da gigante chinesa ao Brasil. Ainda é cedo para dizer como será essa nova fase aqui no país, mas a julgar pela legenda, é de se esperar um foco grande em inovação, possivelmente nos dispositivos inteligentes dela e não só nos smartphones.

Vale lembrar que também a Huawei anunciou que está vindo para o Brasil, um mercado gigante e que pode ficar interessante com a chegada de duas empresas chinesas de grande porte internacional.


20XX - E o futuro da empresa?

Liu De, cofundador da Xiaomi disse algo à Wired bastante revelador sobre o que podemos esperar do futuro da empresa: "O primeiro sucesso da Xiaomi veio da popularização dos smartphones e esse é um comércio extremamente recente. Agora Liu De, diz que outra onda está por vir. A Internet das Coisas, ele acredita que será maior do que a de smartphones. Todo aparelho eletrônico que você usa na sua vida poderá se tornar inteligente, ele disse."

A Xiaomi continua a se expandir internacionalmente, já está em 60 países, incluindo a Indonésia que já tinha abandonado. Ela tem uma visão de se aproximar do usuário de tecnologia.

E algo que precisa ser comentado é o modo como ela encara seus clientes, tentando manter uma relação muito próxima de seus usuários, ou pelo menos essa é a imagem que quer passar. Uma história contada à Wired por um dos executivos da empresa, diz que certa vez um usuário chegou bêbado em sua casa e não conseguia achar o aplicativo de lanterna no smartphone. Essa pessoa perguntou se era possível corrigir esse problema de alguma forma. Hoje é possível ligar a lanterna do aparelho na MIUI pressionando o leitor de digitais por mais tempo que o comum.


Nossas análises

Aqui no site nós já testamos diversos smartphones da Xiaomi e estamos sempre pegando produtos dela para testar. Abaixo você confere as principais análises.

Xiaomi Mi Band 3 [+update] - Análise
Xiaomi Redmi 5 Plus - Análise
Xiaomi Mi 8 Lite - Análise
Xiaomi Mi A2 - Análise
Xiaomi Mi 8 - Análise
Xiaomi Mi A2 Lite - Análise
Xiaomi Redmi 5 - Análise
Xiaomi Mi MiX 2S - Análise
Xiaomi Black Shark - Análise
 


Faltou algo?

A pesquisa foi extensa, mas sempre é possível ter deixado algo passar! Sabe de algo que não foi colocado aqui? Por favor, compartilhe seu conhecimento que adicionaremos. Se você é entusiasta da chinesa, fique de olho no blog dela, lá todas as informações da marca principal aparecem em detalhes.

Para quem quer ir mais a fundo na pesquisa, aqui estão algumas referências de páginas para visitar e conhecer mais sobre a gigante asiática:

- Reportagem da CNBC sobre a Xiaomi: https://youtu.be/hjSklLM3SpM
- Reportagem da Wired: https://www.wired.com/story/behind-the-fall-and-rise-of-china-xiaomi/
- Site global: https://www.mi.com/global/about/
- História contada pela própria emrpesa: https://www.xiaomitoday.com/xiaomi-story/
- South China Morning Post: https://www.scmp.com/business/companies/article/2142130/rise-xiaomi-inside-humble-chinese-start-poised-become-years
- Venda de smarphones por 1 euro: https://www.bbc.com/news/technology-46183480
- Perfil do Lei Jun na Forbes: https://www.forbes.com/profile/lei-jun/#4cc1e54c6e64
- Entrevista do Tech in Asia com Lei Jun: https://www.techinasia.com/lei-jun-xiaomi-story-interview
- Xiaomi responde acusações da Apple: https://pplware.sapo.pt/informacao/xiaomi-responde-as-acusacoes-da-apple/
- Artigo do The Verge introduzindo a Xiaomi: https://www.theverge.com/2013/8/29/4672668/what-is-xiaomi-china-smartphone-hugo-barra-android
- Origem do nome: http://blog.mi.com/en/2017/07/24/to-be-a-cool-company-you-first-need-cool-engineers/
- Animação com o mascote da Xiaomi: https://youtu.be/qwr9zdHZZ8c
- Investimentos na Xiaomi: https://www.crunchbase.com/organization/xiaomi#section-overview
- Xiaomi chega primeiro em Singapura: https://www.hardwarezone.com.sg/tech-news-xiaomi-set-international-headquarters-singapore
-I nvestimentos da própria Xiaomi em conteúdo para televisão: https://www.reuters.com/article/xiaomi-television/chinas-xiaomi-says-to-invest-1-bln-in-tv-content-building-idUSB9N0SF00420141104
- Xiaomi vai investir pesado em casas conectadas: http://blog.mi.com/en/2018/11/28/news-xiaomi-and-ikea-partner-to-bring-smart-connected-homes-to-more-users/
- Xiaomi compra endereço Mi.com: https://web.archive.org/web/20140812124254/http://gsminsider.com/2014/04/xiaomi-purchased-mi-com-domain-record-3-6-million-new-url-global-users/
- A lógica da Xiaomi com as sub-marcas: https://www.technology.org/2017/12/30/why-xiaomi-is-usually-mentioned-along-other-brand-names-what-are-mijia-viomi-huami-and-zmi/
- Blog da Xiaomi: http://blog.mi.com

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Essa é mais uma prova de que ela não é uma empresa apenas de smartphones