5G, IA, Wi-Fi 6, Edge Computing, IoT: entenda como o futuro superconectado está se moldando
Créditos: Montagem | Mundo Conectado

5G, IA, Wi-Fi 6, Edge Computing, IoT: entenda como o futuro superconectado está se moldando

Com essas tecnologias juntas, o potencial de mudança e desenvolvimento é enorme

Leitura Rápida

  • Através da 5G + infraestrutura de fibra, mais dados poderão ser compartilhados em muito menos tempo.
  • Esses dados serão armazenados na Nuvem, com um custo bem menor, ou irão para a Computação de Borda, caso haja necessidade de resposta em tempo real.
  • A inteligência artificial entra na aplicação desses dados.
  • Novas tecnologias como 5G e Wi-Fi6E estão chegando para garantir fluidez dos dados e navegação com baixíssima latência.

Não é mais novidade que tecnologias como 5G, Internet das Coisas (IoT), Nuvem / Edge Computing (computação na borda) prometem grandes avanços para o que chamamos de futuro superconectado, que irá quebrar vários paradigmas, impulsionando a Quarta Revolução Industrial. Tais implementações já vem conquistando seu espaço, principalmente nos países mais desenvolvidos, e a tendência é que se expandam pelo mundo cada vez mais rápido nos próximos anos.

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No entanto, usamos essas inovações, até então, muito mais como conceitos "futuristas" do que presentes. Já podemos converter essas teorias em aplicações prático-teóricas, visto que, muito além do consumidor final, temos uma indústria inteira que irá se beneficiar das novas tecnologias. A questão aqui é saber: se beneficiar como e quando?

Essa semana foram realizados vários eventos relacionados a esses assuntos no Brasil, com Nokia, Qualcomm e Huawei falando sobre as suas novidades e visões para o setor. Participamos de dois desses eventos, ficando de fora apenas da Nokia, pelo motivo "não fomos convidados". Na quinta-feira (27/07) foi a vez de ouvirmos Hamilton Mattias, Diretor de Gerenciamento de Produtos da Qualcomm, falar sobre o Wi-Fi 6, que ainda é uma novidade no Brasil, e sua evolução, o Wi-Fi 6E, que possibilitará maiores velocidades de conexão, maior área de cobertura e densidade de aparelhos conectados em redes domésticas e públicas, garantindo uma velocidade mínima por usuário em grandes eventos. Já na manhã da última sexta-feira (28/08), participamos de uma apresentação com representantes da Huawei, como Marcelo Motta, Diretor de Cibersegurança e Soluções da empresa, para entender um pouco mais sobre o futuro superconectado que está chegando, como as tecnologias interagem entre si e como mudarão nossas vidas. Confira abaixo:


O preço da tecnologia: Nuvem / Computação na borda

Um fato sobre a indústria tecnológica é que as soluções mais recentes acabam custando mais caro para as empresas que as utilizam. O desenvolvimento de produtos ou serviços com mais desempenho, mais velocidade, mais durabilidade ou alcance requerem novos materiais, e esses elementos tem um preço elevado. O resultado são valores de desenvolvimento, instalação e comercialização também mais altos.

No entanto, uma "novidade" que vem crescendo nos últimos tempos também se mostra como uma potencial solução: a Nuvem. Com o desenvolvimento desse serviço, os custos para a disseminação de tecnologias acaba sendo reduzido. Por exemplo, já começamos a ver os jogos em nuvem (streaming) se popularizarem.

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O problema é que o crescimento da geração de dados tem sido enorme nos últimos anos e, por mais que as empresas continuem investindo pesado em fazendas de servidores e criando soluções na nuvem para armazenar a demanda crescente, vários dispositivos e apps precisam da análise desses dados, com alta confiabilidade, segurança e respostas personalizadas com uso de inteligência artificial (machine learning). Tudo isso com baixíssima latência, de forma quase que instantânea - e a solução encontrada é a nuvem de borda, ou de perímetro, ou de limite, do inglês cloud edge, ou computer edge - ou mesmo, como chamamos no primeiro parágrafo desse artigo, computação de borda.

Quando determinados apps, dispositivos inteligentes (internet das coisas) e serviços críticos, como carros autônomos, por exemplo, precisam de respostas instantâneas, enviar os dados para uma grande nuvem não é o melhor caminho. Para resolver isso, a indústria desenvolveu gateways que ficam mais próximos da fonte de dados, no que seria o início (ou borda) da nuvem, aumentando a velocidade de processamento e diminuindo as distâncias, o que garante menor latência, ou seja, tempo de resposta mais rápido.

 

 


5G NR e 5G DSS: Qual a diferença e porque você precisa de ambos

5G NR = 5G "puro"
5G DSS = espectro 4G compartilhado

Para começar essa parte, precisamos deixar claro que, até então, existem dois "tipos de 5G" dos quais podemos falar. O 5G NR (new radio), tecnologia de acesso por rádio desenvolvida pela 3GPP para a rede móvel 5G e projetada para ser a evolução do 4G e que funciona com frequências próprias (sub-6Ghz e ondas milimétricas), usando espectros ainda não disponibilizados no Brasil. Aqui vale frisar que as operadoras aguardam o leilão das frequências 5G, que a Anatel deve realizar em 2021, para só aí começar a investir na infraestrutura para o 5G NR no Brasil. As bandas utilizadas serão de 2.3 e 3.5 GHz (sub 6) e uma banda acima de 24 GHz a ser definida. Por motivos de "gostamos mais desse 5G", o 5G NR é que podemos chamar de 5G "puro"

Como "segundo modelo", temos a 5G DSS (Dynamic Spectrum Sharing), que compartilha as frequências e a infraestrutura de rede já instalada para o 4G e, através de atualização de software, consegue trazer algumas vantagens e velocidades próximas do 5G NR (sub 6), mas não oferece o "mundo ideal", com baixíssima latência e as super velocidades que as frequências milimétricas do 5G prometem. Porém, esta é, no caso, a opção que temos em alguns lugares específicos do Brasil.

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Principalmente em um país continental como o Brasil, é necessário o uso de ambos. Por mais que o 5G NR seja o sonho de consumo, o 5G DSS permite capilaridade, ou seja, garantir que o 5G chegue a áreas remotas e interioranas, onde o custo de implementação do 5G NR levaria muitos anos  (alto custo de implementação e baixa demanda).

Nos próximos anos, veremos a maior parte do país coberta pelo 5G DSS, usando a infraestrutura do 4G já existente. Áreas urbanas populosas terão o 5G NR sub 6, usando a banda de 3.5Ghz, e locais de grande concentração de pessoas, como estádios, centros de convenção, aeroportos, terão o 5G NR com ondas milimétricas - que demanda mais estações rádio base por ter menor alcance de sinal, porém traz as velocidades mais rápidas e a menor latência, garantindo maior densidade de aparelhos conectados a rede.

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Dito isso, a conectividade 5G é justamente algo sobre o que estamos falando há algum tempo, mas, para uma boa parcela do mundo, seu entendimento ainda é algo vago. No Brasil, por exemplo, o único smartphone disponível e compatível com o 5G DSS que temos por aqui é o Motorola Edge (nas suas variantes), lançado no mês passado e equipado com o processador Snapdragon 765 e modem 5G Snapdragon X52.

Em países como Estados Unidos, Coréia do Sul e tantos outros que implementaram o 5G NR, todos os aparelhos que contam com os processadores Snapdragon 865+, 865, 765G, 765 e 690 conseguem conectar em redes 5G, pois são vendidos em conjunto com os modens Snapdragon X55, X52 e X51 que trazem suporte a conectividade. A título de curiosidade, o primeiro modem 5G foi o Snapdragon X50, presente no Snapdragon 855. 

O curioso é que, de acordo com a Qualcomm, todos os processadores listados no parágrafo acima trazem suporte as frequências sub-6 e ondas milimétricas (exceto o X51). Sabe o que mais todos suportam? 5G DSS!!!

Então, por que os demais fabricantes com processadores que suportam o "5G brasileiro" (5G DSS) ainda não disponibilizaram acesso por aqui? Questionamos a Qualcomm se isso era questão de hardware ou software e segundo Fiore Mangone, Diretor de Desenvolvimento de Negócios, "a arquitetura da solução varia de acordo com a implementação de cada fabricante. A compatibilidade com 5G DSS depende da implementação de Software e/ou Hardware + Software em alguns casos. A implementação deste recurso (5G DSS) depende da estratégia comercial do OEM (fabricante) para cada modelo de Smartphone e mercado a ser atendido. Dependendo da arquitetura da solução do OEM, é possível a um dispositivo receber uma atualização de SW e passar a suportar o recurso 5G DSS. Assim como também é possível ativar por atualização de SW o 5G sub-6 GHz", o que deixa claro que a tecnologia está presente em qualquer smartphone equipado com processadores Snapdragon 865+, 865, 765G, 765 e 690. Basta o fabricante habilitá-la por software.

Ou seja, para habilitar a conexão 5G que temos no Brasil (até então, em São Paulo e no Rio de Janeiro e tratando apenas da tecnologia DSS), as empresas/operadoras ainda precisam investir no processo de atualização desse software. E conforme já mencionamos, se formos falar da tecnologia NR, ainda precisamos esperar pelos leilões de faixas de frequência da Anatel, planejados para o próximo ano.

Para termos um panorama mais recente de como está o processo de implementação do 5G no mundo (segundo trimestre de 2020), 381 operadoras em 123 países já estão investindo no 5G, sendo que mais de 80 lançaram pacotes de serviço 5G e a frequência mais utilizada até o momento é a de 3.5GHz, a mesma que usaremos no Brasil.


Wi-Fi 6 e Wi-Fi 6E

Já temos um artigo completo sobre Wi-Fi 6 (802.11ax) aqui no Mundo Conectado, mas, em resumo, o Wi-Fi chegou trazendo maior velocidade, com mais alcance, diminuindo a interferência no sinal e proporcionando mais segurança, ao mesmo tempo em que economiza energia. Foi um grande salto em relação ao Wi-Fi 5 (802.11ac). Ah também foi aí que a Wi-Fi alliance resolveu simplificar o nome, parando de usar números e letras e adotando uma nomenclatura mais amigável.

O ponto mais importante pras pessoas que tem vários dispositivos conectados ao Wi-Fi é que, com ele, a densidade de aparelhos suportados por uma rede aumenta. Isso é particularmente importante em redes públicas, ou mesmo domésticas, já que com a popularização da internet das coisas, as pessoas começam a ter câmeras conectadas, caixas de som inteligentes, Smart TVs, sensores de iluminação, lâmpadas Wi-Fi, o céu é o limite... São realmente muitos dispositivos conectados a rede. 

Se o Wi-Fi 6 já não é novidade, o Wi-Fi 6E sim é. A letra "E" é de extended, "estendido" em inglês, que é justamente a proposta. Enquanto o Wi-Fi 6 tem duas bandas, de 2,4GHz e 5GHz, o Wi-Fi 6E introduz uma terceira banda, a de 6GHz, que, na verdade, vai de 5925MHz até 7125MHz. Até o final do ano, espera-se que a Anatel aprove o uso dessa banda de 6GHz associada ao Wi-Fi 6E - assim, teríamos os primeiros dispositivos, roteadores, etc., já no início de 2021.

Quais as vantagens?

Dentro da frequência de 6GHz, temos 7 canais de 160MHz, o que garante latências baixíssimas, capacidade massiva e velocidades ainda maiores do que a do Wi-Fi 6. Hoje, muitas residências já tem fibra óptica trazendo internet de altíssima velocidade e, com a chegada do 5G NR, muita gente terá velocidades ainda mais rápidas pelo ar, sem uso de fibra. Como tudo está conectado à internet, os dispositivos antigos continuarão navegando pelas faixas de 2.4GHz e 5GHz, liberando a faixa de 6GHz e melhorando o fluxo de dados do Wi-Fi. De forma geral, garante que você terá ao menos 1Gbps de conexão em todas as áreas da sua casa.

Importante destacar que o espectro de 6GHz será usado apenas por novos dispositivos e foi desenvolvido pra entregar baixíssima latência, aumentando a responsividade em aplicações sensíveis e que demandam tempo de resposta mais rápido.

Nas ruas, em redes públicas, o Wi-Fi 6E garantirá uma velocidade mínima de até 2Mps por aparelho, devido justamente à diminuição do congestionamento de dados gerado pelos novos 1200MHz (1.2GHz) disponíveis no espectro de 6GHz - que mais que dobra a capacidade das redes Wi-Fi.


E como tudo vai funcionar junto?

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Agora que explicamos algumas das partes essenciais desse ecossistema, podemos juntar as peças. Como mencionamos anteriormente, os três grandes pilares da 5G são as altas velocidades, baixa latência, ou seja, tempo de resposta na ordem dos milissegundos e, claro, mais conexões. Nesse contexto, a conectividade atual acaba se transformando em superconectividade, o que significa que, através da 5G + infraestrutura de fibra, mais dados poderão ser compartilhados em muito menos tempo. E para onde esses dados irão? Justamente para a Nuvem, onde serão armazenados por um custo consideravelmente menor, ou para a Computação de Borda, caso haja necessidade de resposta em tempo real.

Alta velocidade, Baixa latência e Mais conexões

 

Nesse ponto, os dados já estão armazenados, mas não passam disso: dados. Para que eles se transformem em informação, é preciso organizar e aplicar esses dados com algum objetivo - e é aqui que entra a Inteligência Artificial (IA).

Concluindo, a superconectividade é um meio de conseguir e armazenar mais dados com menos custo e usá-los para uma aplicação inteligente que beneficiará tanto a indústria quanto o usuário final (este no final da cadeia de consumo). A Internet das Coisas (IoT), por fim, será a responsável por monitorar tudo isso e permitir o uso da tecnologia pra maior eficiência de operações. Para garantir fluidez dos dados e navegação com baixíssima latência, novas tecnologias como 5G e Wi-Fi6E estão chegando e se conectam para entregar um serviço de ponta-a-ponta, garantindo conectividade em tempo real. 

A conectividade permitirá que novos negócios sejam desenvolvidos e diversas indústrias trabalhem de forma conjunta

 

Aplicações do ecossistema conectado na cadeia mercadológica

- Consumidores: aplicações em nuvem, jogos online, realidade virtual, realidade aumentada e aplicações em vídeo (4K/8K).
- Corporativo: eficiência da conectividade para a indústria, robôs, câmeras industriais, etc.
- Serviços: carros conectados, drones conectados, cirurgias remotas etc.


E o Brasil nisso tudo?

Por fim, depois de debatermos sobre a "utopia superconectada", não podemos esquecer do contexto prático em que vivemos. O mercado de banda larga fixa no Brasil ainda possui 38 milhões de residentes para conectar - ou seja, pessoas sem internet fixa a disposição. Além disso, para aqueles que possuem esse recurso, nossa banda larga é de baixa velocidade - ainda que tenhamos vivido uma evolução bem grande. Nesse sentido, a 5G e sua infraestrutura de fibra podem vir a alterar esse panorama. Um exemplo mencionado durante a apresentação da Huawei e que já falamos anteriormente são as regiões mais remotas, onde, teoricamente, a estrutura de fibra não seria necessária na última milha de alcance, já que o 5G abarcaria as necessidades desses limites.

Claro, isso falando de uma situação inicial. Uma vez que mais pessoas comecem a usar e depender mais dessa tecnologia, a movimentação de dados crescerá notavelmente e, então, as estruturas deverão ser reforçadas.

 A China será o país com mais estações-base 5G até o final do ano

Tratando-se de banda larga móvel, o 5G no Brasil poderia nos proporcionar mais velocidade ao que já existe, mas temos necessidade de expandir esses números para alcançar uma melhor cobertura e velocidade - lembre-se que o panorama do parágrafo acima não mudou. Para dar um exemplo mais "exato", o número de estações radio-base em território nacional teriam que crescer mais de 5x para se comparar à China.

Por último, a implantação desse ecossistema conectado no Brasil poderia ser uma ferramenta para que o país recuperasse suas posições mundiais. A produtividade na indústria brasileira caiu 7% de 2006 para 2016, e, no ranking de competitividade global, caímos da quinta posição para ficar abaixo da vigésima em 2018. As tecnologias podem ser usadas para recuperar essas posições.


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Se as previsões atuais se concretizarem, teremos 20X o número de usuários atuais usando 5G - Isso em 5 anos. Essa estatística mostra que a população mundial, no geral, está adotando as tecnologias cada vez mais rápido, além de termos uma série de políticas públicas sendo desenvolvidas para essa implantação. Para ilustrar, as estimativas falam de 500 milhões de usuários de 5G em 5 anos. Esse mesmo número foi alcançado pela 3G em 9 anos e pela 4G em 6 anos.

Por enquanto, estamos ainda no processo inicial de conhecer todas essas tecnologias e seu potencial conjunto, mas está cada vez mais evidente que, com o passar do tempo, elas mudarão tanto o comportamento quanto a vida do consumidor.

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Saori Almeida

Saori Almeida é natural do Rio Grande do Sul, técnica em administração formada pelo Centro Tecnológico de Caxias do Sul (CETEC) e estudante de Jornalismo na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Gosta da cultura asiática e nerd no geral e tem interesse crescente por tecnologia e games desde pequena - gosto que se intensifica diariamente na redação.

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Jacson Boeing

Apaixonado por tecnologia, gadgets e pelo universo geek em geral, Jacson Boeing é sócio-fundador e Editor do Adrenaline, onde desenvolve um trabalho de bastidores, desenvolvendo parcerias e formas criativas de dominar o universo! Fora os sonhos ambiciosos, também ajuda no desenvolvimento de pautas e escreve esporadicamente sobre tecnologia, além de viajar para cobrir in-loco alguns eventos internacionais considerados importantes dentro da estratégia de expansão do Adrenaline.

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